Mostrar mensagens com a etiqueta Gregg Braden. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Gregg Braden. Mostrar todas as mensagens

domingo, 22 de janeiro de 2012

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Entrevista - Gregg Braden


Obrigado a todos os visitantes do In-Earth! fico muito feliz por ter leitores de vários locais do mundo :)
Desejo a todos um excelente natal e uma grande entrada em 2012!


Adoro as pesquisas do Gregg Braden, espero trabalhar com ele no futuro. Deixo-vos uma entrevista maravilhosa sobre alguns conceitos do seu trabalho.

Abraços de luz para todos com muito carinho, paz e amor,
Nês  : )







Gregg, o trabalho que está a fazer ao nível da espiritualidade e do poder do pensamento representa uma ruptura com o seu passado mais técnico e corporativo, ou trata-se de uma continuação desse passado?
Considero que se trata de um claro progresso. Sempre acreditei que não há diferença entre ciência e espiritualidade, que sempre que estudamos química ou física, estamos a aprender acerca da forma como Deus faz o seu trabalho no mundo.
Nasci e cresci no Norte do Missouri, numa comunidade relativamente conservadora; este não era o tipo de assunto que as pessoas debatiam no seu dia-a-dia. No entanto, eu partia do princípio que toda as pessoas pensavam mais ou menos como eu e acreditavam nas mesmas coisas que eu. Como depressa viria a perceber, a verdade era bem diferente.

Quando fui trabalhar para o mundo corporativo, apercebi-me de que a maior parte das pessoas acreditavam que a ciência e a espiritualidade estavam separadas – que temos de seguir a via da ciência ou a via da espiritualidade, que não podemos seguir as duas.





Mas acredita que esse ponto de vista está a mudar drasticamente?
Absolutamente. Tem de mudar, e toda a gente sente isso. Toda a gente sente que algo está a acontecer, mas ainda não perceberam bem o que é. Há uma tensão subjacente que transcende fronteiras e países; em todo o lado as pessoas sentem que algo está a mudar.
Houve uma conferência em 2005, “Crossroads for Planet Earth” (“Encruzilhadas do planeta Terra”), que juntou cientistas, engenheiros, filósofos e líderes espirituais e religiosos de todo o mundo, para debaterem a questão, “O que é que se passa? Estaremos perante uma paranóia de início do século XXI, ou estará realmente algo de invulgar a acontecer?”
O impacto desta questão foi tão profundo que a Scientific American dedicou o seu número de Setembro de 2005 aos assuntos tratados na conferência.
No simpósio, foram identificados seis cenários diferentes (alterações climáticas, ameaça de guerra nuclear, doenças incuráveis, etc.), qualquer um deles capaz de pôr fim à civilização e até à vida na Terra. Os nossos antepassados poderão ter lidado com um ou dois destes problemas em diferentes alturas. Mas o que torna este período da história tão singular é que estamos, segundo o simpósio, a experienciar as seis situações simultaneamente.
Chegou-se à conclusão de que, se queremos sobreviver a este período, temos de descobrir como, nos próximos oito a quinze anos. “E a única forma de o conseguirmos,” foi dito, “é pensarmos em nós próprios e na nossa relação com o mundo de forma completamente diferente daquela que temos tido no passado.”


E isso tem a ver com a fusão do melhor do conhecimento científico com o melhor da sabedoria espiritual?
            Exatamente. Esta convergência de crises pode ser a nossa oportunidade para redefinirmos quem somos, como trabalhamos, e qual o nosso papel no universo. Tudo se resume à questão científica mais significativa do século XX: seremos observadores passivos, partículas insignificantes com muito pouca influência no mundo? Ou seremos criadores poderosos desempenhando um papel importantíssimo na forma como a realidade se manifesta?   
            Interessante é a resposta para ambas as perguntas: “sim”. É determinada pela nossa maneira de estar, pela nossa vontade em aceitar a força que nasce conosco, para influenciar a qualidade das nossas relações, a cura dos nossos corpos, , o sucesso das nossas carreiras e a paz entre as nações.


Como indivíduos é fácil cairmos numa espécie de angústia existencial por nos sentirmos insignificantes. Está a dizer-me que nós adoptamos a postura “Sou insignificante” em termos sociais?     
            Sim, acho que é um condicionamento do nosso subconsciente. Tornamo-nos uma sociedade baseada na ciência há cerca de trezentos anos, quando Sir Isaac Newton formalizou as leis da física. Desde essa altura, passamos a acreditar que somos seres impotentes, vítimas de um mundo em que tudo está separado de tudo o resto e em que pouco podemos fazer para influenciar o mundo que nos rodeia.
            Isto não é necessariamente algo de que falamos no bar com os amigos; é um condicionamento subconsciente com o qual todos nós temos de lidar um dia.


Aproxima-se da nossa abordagem à saúde e à medicina, à economia, ao ambiente, à geopolítica, a tudo.
            Certo. Toda a nossa civilização é baseada em duas falsas suposições fundamentais que continuam a ser ensinadas nas nossas escolas.   
            A primeira falsa suposição diz-nos que o espaço entre as coisas é vazio. Nós dizemos que “Noventa e seis por cento do universo é espaço vazio”. A matéria poderá apenas chegar aos quatro por cento.
            A segunda falsa suposição diz-nos que a nossa experiência interior – pensamentos, sentimentos, emoções e crenças – não influencia o mundo para além dos nossos corpos.
            Está provado que ambas as suposições são totalmente falsas. Não se trata de teoria, mas sim de fatos científicos, devidamente documentados e publicados em revistas da especialidade. Só falta serem incluídos nos manuais escolares.



“Possuímos a capacidade de “falar” numa linguagem que ressoa nesse campo, uma linguagem não verbal de sentimentos e crenças dos nossos corações. Quando fazemos isto, produzimos cura física no interior das nossas células. A chave é sentir os sentimentos de uma forma bastante exigente, como se o resultado do desejo dos nossos corações já tivesse acontecido. Isto coloca em acção uma resposta no interior dos nossos corpos em que a química corresponde ao sentimento.”








Está a falar da pesquisa acerca do “campo ponto zero”?  
            Sabemos atualmente que existe um campo de energia que está na base de toda a existência física. A descoberta deste campo é tão recente que os cientistas ainda não chegaram a um consenso para a utilização de um único termo; já lhe atribuíram designações tão díspares como “o campo”, “a mente de Deus” e “a mente da natureza”. Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chamou-lhe “a matriz”.
            Também sabemos que possuímos a capacidade de “falar” numa linguagem que ressoa nesse campo, uma linguagem não verbal de sentimentos e crenças dos nossos corações. Quando fazemos isto, produzimos cura física no interior das nossas células. A chave é sentir os sentimentos de uma forma bastante exigente, como se o resultado do desejo dos nossos corações já tivesse acontecido. Isto coloca em ação uma resposta no interior dos nossos corpos em que a química corresponde ao sentimento.
            Da mesma forma, quando nós produzimos os sentimentos corretos como se a nossa carreira já fosse de grande sucesso, os nossos relacionamentos e as nossas parcerias passam a ser as ideais, e nós passamos a ter no nosso caminho as pessoas certas que nos ajudarão a atingir os nossos objetivos da melhor forma possível. Isto põe em ação um mecanismo nesse campo que permite que os nossos desejos se tornem realidade.
            Assim que percebemos este mecanismo, ele torna-se uma ferramenta tecnológica e nós podemos usá-la de forma consistente e repetidamente.


Esta abordagem está ligada ao seu trabalho com as orações nas missas e com o foco em grandes grupos?  
            Exatamente. O mesmo princípio aplica-se tanto a relacionamentos, como à cura do corpo e à paz entre as nações. Se queremos influenciar os resultados, podemos pedir aos nossos corações o sentimento que lhes corresponde, como se o resultado fosse já uma realidade, em vez de pensarmos em engendrar o resultado de forma sistemática. Se quiser construir um vaivém espacial ou cozinhar uma tarte, terá de o fazer passo a passo. No mundo físico, por vezes temos que juntar diversos elementos, seguir uma sequência para, pouco a pouco, edificarmos aquilo a que nos propusemos. Mas no mundo quântico do pensamento, emoção e crença, estes princípios não se aplicam. De fato, o que se passa é o oposto; temos que identificar clara e concisamente qual é o resultado, porque o universo não consegue acertar num alvo em movimento.


Nós fomos ensinados a pensar em termos estratégicos. No entanto, está dizer-me que a esse nível, a realidade transcende a estratégia e que influenciamos os resultados ao começarmos com o fim em mente.    
            Certo. Tudo fazemos para que tal aconteça; não podemos ficar de braços cruzados. Mas estamos a passar de uma visão puramente newtoniana de resolver problemas, acreditando que tudo está separado e que devemos trabalhar para atingirmos os nossos objetivos, para uma maneira de pensar quântica, na qual nos identificamos clara e objetivamente com os resultados.
            Possuímos um conjunto de vídeos bastante convincentes que mostram a rapidez com que o mundo físico responde a esta linguagem. Num dos vídeos, vemos uma mulher a quem foi diagnosticado um tumor cancerígeno inoperável, na presença de três especialistas treinados na linguagem de que estamos a falar. Através de ultra-sons, podemos visualizar o tumor a dissipar-se e literalmente a desaparecer do ecrã.     


Isso acontece por ação do poder dos pensamentos?
            Não se trata de pensamento, mas sim de sentimento – um sentimento tão poderoso que o tumor responde e dissipa-se em menos de três minutos. E não se trata de um fenômeno excepcional. Isto é feito com tumores cerebrais e da bexiga a toda a hora nesta parte da China.
O mesmo princípio aplica-se quando se juntam pessoas para levar paz a uma determinada região, ou quando se pretende obter sucesso num determinado projeto ou negócio.



“O nosso mundo é feito de campos eletromagnéticos de informação. Se queremos mudar alguma coisa neste mundo, temos de comunicar no interior desse campo eletromagnético.”








É interessante que fale de um sentimento e não de um pensamento. A literatura de sucesso usa o termo “think” (pensar) – Think and Grow Rich (“Pense e fique rico”), The Magic of Thinking Big (“A magia de pensar em grande”), As a Man Thinketh (“Tal como um homem pensa”). Mas pensar tende a ser sequencial.
            Trata-se de um crescimento natural da nossa sociedade dominada pelos homens, orientada esquematicamente e baseada na tecnologia e no lado esquerdo do cérebro. Não admira que nós peguemos nestes princípios e os tentemos levar para o domínio do pensamento; deriva dos nossos condicionamentos.
            Eis a conclusão a retirar daqui: o nosso mundo é feito de campos eletromagnéticos de informação. Se queremos mudar alguma coisa neste mundo, temos de comunicar no interior desse campo eletromagnético.
            É interessante notar que a ciência descobriu recentemente – e isto tem sido publicado em revistas especializadas ao longo dos últimos anos – que o coração é o principal gerador de campos elétricos e magnéticos do corpo humano.





“O campo magnético do coração é cerca de cinco mil vezes mais poderoso que o do cérebro.”


 

Então a linguagem tem estado certa o tempo todo! Trata-se de uma coisa do coração.
            Os nossos cérebros geram um campo elétrico e um campo magnético, mas são relativamente fracos quando comparados com os do coração. O campo eléctrico do coração é cerca de cem vezes mais poderoso que o do cérebro, e o campo magnético do coração é cerca de cinco mil vezes mais poderoso que o do cérebro.
            Os nossos manuais escolares dizem-nos que se queremos alterar os átomos da matéria física, temos de alterar o campo eléctrico ou o campo magnético; o coração altera ambos.


Alteramos o íman, e a limalha é alterada também.
            Absolutamente. É por isso que sentir é muito mais eficaz que pensar. Na nossa sociedade, somos levados a acreditar que os sentimentos e as emoções são ineficazes. Tem sido dito aos homens para não os terem, e tem sido dito às mulheres, “Se os tiveres, que seja longe, onde não incomodem ninguém!”
            Mas fora da nossa sociedade encontramos o oposto. Nos mosteiros do Tibete, por exemplo, diz-se que os sentimentos são a força mais poderosa do universo.
            Num mosteiro, perguntei a um monge, “Segundo a vossa tradição, qual é a força que faz a ligação entre todas as coisas do universo?” Ele respondeu com uma única palavra. Pensei que era um erro de tradução, por isso pedi ao tradutor que lhe perguntasse novamente, e ele respondeu com a mesma palavra: “Compaixão”.
            Eu disse, “Espere aí. A compaixão é a força da natureza que faz a ligação entre todas as coisas do universo, ou isso é algo que experienciamos nos nossos corações?”.
            Após o tradutor se ter assegurado de que ele percebera exactamente o que eu estava a perguntar, o monge voltou a responder com uma única palavra: “Sim”.


Como é que incorporou essas experiências no seu trabalho corporativo?
            No meu trabalho com as grandes empresas, acontecia frequentemente fazer parte de projectos com sérios problemas tanto ao nível do cumprimento de prazos como orçamentais. Os princípios que eu vi em acção nos mosteiros do Tibete permitiam-me ultrapassar todos esses dilemas de forma a concluir os projectos com sucesso. Após algum tempo, ocorreu-me que esses mesmos princípios podiam ser aplicados num contexto muito mais alargado.


O que é que o fez chegar a essa constatação?
            Os últimos anos da Guerra Fria foram um período assustador. Ainda que as pessoas não se tenham apercebido disso, nós estivemos muito perto de uma guerra nuclear. De facto, pelo que eu sei isso aconteceu duas vezes.
Ao constatar quão próximos estivemos de destruir tudo aquilo de que gostamos, apercebi-me de que este era como qualquer outro projecto com problemas. Comecei então a pesquisar formas de aplicar os princípios de que me servi nas salas de reuniões da Cisco e da Martin-Marietta, num projecto que decidimos designar como “a vida e a consciência no século XXI”.


"Somos uma família e precisamos uns dos outros."


Quando descartamos as falsas suposições que mencionou – quando percebemos que o espaço não é vazio, e que o nosso mundo interior pode exercer um forte impacto sobre o mundo exterior – que diferentes tipos de comportamento emergem dessa mudança?
            Começamos a perceber que tudo está interligado, e quando tomamos decisões já não pensamos apenas em nós próprios, quer seja no contexto familiar, comunitário ou mundial. O mundo não é apenas os Estados Unidos.
            A próxima geração estará impregnada por esta nova compreensão, mas a geração actual é única no sentido em que ambas as perspectivas estão presentes simultaneamente na actualidade. Algumas pessoas mantém-se firmes nas crenças de há trezentos anos, enquanto outras evidenciam mais abertura à nova compreensão, mas esta geração como um todo engloba ambas as perspectivas.
            E isto remete-nos para as “Encruzilhadas do planeta Terra”. Estamos a ser confrontados com desafios sem precedentes que apenas serão resolvidos se tivermos consciência de que fazemos parte de uma comunidade maior – que, quer queiramos quer não, somos uma família e precisamos uns dos outros.

Numa estrutura de marketing de rede somos todos independentes. No entanto, devemos aprender a interagir num campo de, provavelmente, centenas de milhares de pessoas. Estaremos perante um prenúncio de uma forma diferente de nos organizarmos enquanto sociedade?
            Absolutamente. Por mais complexo que o nosso mundo pareça e por mais que nós tentemos separar os negócios da vida, da física e do universo, todas estas áreas são baseadas nos mesmos princípios fractais.
            Um talo de brócolos é um exemplo perfeito de um padrão fractal. Um pequeno rebento de brócolos é parecido com o ramo do qual ele provém, que por sua vez é parecido com o talo maior que lhe dá origem – exactamente o mesmo padrão em diferentes escalas de grandeza.
Parece que todas as formas de vida operam dessa forma, incluindo o corpo humano. O que é benéfico para uma célula do corpo humano é igualmente benéfico para todo o corpo.
O mesmo se passa em relação à sociedade: o que é bom para um individuo, também é bom para a sociedade. Quando ajudamos os outros, também nos ajudamos a nós próprios.
Em 2004 escrevi o livro The God Code (“O Código de Deus”) acerca dos princípios unificadores que nos unem enquanto família neste planeta. Nesse livro cito mais de 400 estudos científicos independentes, publicados em revistas especializadas, na tentativa de determinar se somos ou não uma espécie violenta por natureza, ou seja, se a competitividade faz parte da nossa verdadeira natureza.
Os resultados de todos esses estudos foram unânimes: não somos uma espécie violenta e competitiva por natureza. Contudo, descobriu-se que trairemos a nossa natureza benevolente e cooperativa, e tornar-nos-emos violentamente competitivos na presença de qualquer uma das três condições que se seguem: 1) quando nos sentimos ameaçados; 2) quando sentimos que as nossas famílias são ameaçadas; ou 3) quando sentimos que o nosso estilo de vida está ameaçado.
Isto pode ser constatado, por exemplo, em locais como o Iraque ou os territórios Palestinianos, onde as pessoas tipicamente experienciam todas estas condições. Será esse tipo de conflitos violentos inevitável? De maneira nenhuma: esse não é o nosso estado natural, mas sim um comportamento resultante daquelas condições.


Sob ameaça, perdemos de vista a nossa natureza fractal – nós pensamos que o egoísmo e o altruísmo são direções mutuamente exclusivas. Começamos a pensar que existe espaço vazio a separar-nos.
            Outra conclusão a retirar desses estudos diz-nos que todas as espécies na natureza podem retirar benefícios da cooperação. Quando se comportam de forma cooperativa, os indivíduos das diferentes espécies produzem mais descendência, vivem mais tempo e melhor. Descobriu-se que acontece o mesmo com populações indígenas de todo o mundo: a longevidade e a qualidade de vida aumentam quando existe cooperação na procura e na partilha de comida, água e outros recursos.
            Os mesmos princípios podem ser aplicados aos negócios: quanto mais podermos cooperar, mais benefícios retiraremos. É disso que trata o marketing de rede.


Como é que vê a manifestação dessas duas formas de pensar?
            No mundo da política, temos pessoas que apenas olham para o seu próprio espaço, e outras que pensam de forma mais global. Temos cientistas que apenas se preocupam com o que é bom para a América, e outros que se preocupam com o que é bom para o mundo.
            Especialmente interessante é o facto das nações com maior peso nestas questões se estarem a preparar para eleger novos líderes nos próximos dois anos.
            Ao longo dos últimos cinco anos, estive em todos os continentes exceto Antártida e Groelândia, e o que eu encontrei em todo o lado foi pessoas prontas para algo mais do que o sofrimento, a guerra, os conflitos e o medo que experienciámos ao longo do século vinte. Se essas pessoas conseguirem satisfazer a sua vontade de transformar as suas vidas através do processo eleitoral, veremos estes princípios espirituais manifestarem-se rapidamente na arena mundial.








Humanity at a Crossroads A Conversation with Gregg Braden, author of The Spontaneous Healing of Belief and The Isaiah Effect
By John David Mann

Traduzido por Luís Filipe Oliveira, de Portugal

sábado, 30 de julho de 2011

Fundamentações científicas da oração

DNA E AS EMOÇÕES

Experiências e respostas do DNA em relação às nossas emoções (Gregg Braden)

Experimentações científicas demonstraram que nosso DNA muda com as freqüências produzidas pelos nossos sentimentos e emoções, ou seja, vibrações.

Indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.

O pesquisador Gregg Braden* diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria e que podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

Os experimentos comprovaram também que as freqüências energéticas mais altas, que são as do Amor, impactam no ambiente, de uma forma material, produzindo transformações não só em nosso DNA, mas no ambiente que nos cerca. Isto significa que possuímos muito mais poder do que imaginamos.

Esse experimento foi realizado pelo Institut Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: “Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA”.


Max Planck

Físico alemão, considerado o pai da física quântica e um dos físicos mais importantes do

século XX.

Planck foi agraciado com o Nobel de Física em 1918.

Em 1944, Max Planck, o pai da teoria quântica, chocou o mundo quando disse que existe um lugar que é pura energia, onde todas as coisas começam e que simplesmente “é”; que essa “matriz” é a origem das estrelas, do DNA da vida e de tudo o que existe.

O pesquisador Gregg Braden, que durante mais de 20 anos vem se dedicando a esses estudos, informa que descobertas recentes acentuam a evidência de que a matriz de Planck – A Matriz Divina – é real, e para que a matriz participe da nossa vida com toda potência, precisamos compreender como ela funciona e qual linguagem ela reconhece.


Outro experimento:

Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e os filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais amplo.

Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos. Esses códigos conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.

Durante muito tempo achava-se que a menor partícula de uma célula, o átomo era feito de matéria.

Depois descobriram que na verdade a maior parte de um átomo é vácuo, então achava-se que o núcleo que é muito pequeno seria material.

Esta idéia caiu por terra quando através do uso de microscópios eletrônicos muito potentes verificou-se que o núcleo de um átomo é apenas uma energia condensada, não é matéria.

Mas se tudo o que existe no mundo “material” é feito de um conjunto de células, estas são feitas de átomos e se um átomo de qualquer coisa não é material, então...

No nível microscópio, nada é material, tudo é vibração, tudo é feito de energia condensada.

Vivemos num universo de vibração e nossos corpos são feitos a partir da vibração da energia que emanamos constantemente.

Diz Gregg Braden que Deus é puro amor, é energia e por ser energia, não morre, não desaparece, é imortal e está em todos os lugares. E como somos a imagem e semelhança de Deus, sabemos que somos energia e hoje podemos provar isso. Somos seres espirituais e não seres feitos de matéria.

Isto significa que podemos conduzir TODO o nosso planeta, mediante nossas vibrações positivas em conjunto, para um futuro melhor.

Em seu livro, O efeito Isaías, Gregg Braden explica que basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro), mas também é profundidade. A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Assim, simplesmente ativamos a que desejamos através das nossas orações.

Explica também que, ao fazermos uma oração, devemos fazê-lo já conectados com o resultado que desejamos, ou seja, ao invés de pedirmos algo, devemos visualizar esse algo que desejamos, vendo-o já realizado. Dessa forma, a oração adequada consiste numa visualização.

Dentro desse conceito o movimento

"Orando pela Terra"

adota a ORAÇÃO PARTICIPATIVA.


O poder da oração está acima de qualquer

religião porque é inerente ao ser humano.

Mas o universo só aceita pedidos legítimos, que

estejam de acordo com as leis cósmicas, porque é

regido por essas mesmas leis.


Prece intensa e/ou meditação nas pesquisas científicas

Gareth Cook

Em um laboratório tranqüilo, Andrew Newberg tira fotografias do que os fiéis chamam de presença de Deus. O jovem neurologista convida budistas e freiras franciscanas a meditarem e orarem em uma sala fechada.

Depois, no momento da mais alta devoção, ele injeta um marcador que viaja até o cérebro e revela sua atividade no momento da transcendência. Um padrão emergiu das experiências de Newberg: Existe uma pequena região, próxima à parte posterior do cérebro, que calcula constantemente a orientação espacial da pessoa, dando uma idéia de onde o corpo da pessoa termina e o resto do mundo começa.

Durante prece intensa ou meditação, essa região torna-se um oásis tranqüilo de inatividade, por razões ainda inteiramente desconhecidas. Esse fato poderia explicar a comunhão espiritual de ausência de limites, sentida pelos religiosos ao longo das eras.

"Ela embaça a relação entre o eu e o outro", disse Newberg. O neurologista é professor assistente da Universidade de Pensilvânia e seu trabalho foi publicado na edição de 10 de abril da revista Psychiatry Research: Neuroimaging. "Se forem longe o bastante, os praticantes têm uma dissolução completa do eu, uma sensação de união, de espaço infinito". Newberg e outros cientistas estão descobrindo que as diversas tradições de devoção humanas têm uma realidade biológica poderosa. Durante intensa meditação ou prece, tanto o cérebro quanto o corpo experimentam mudanças ainda pouco compreendidas, que poderiam trazer nova compreensão da experiência religiosa e, talvez um dia, até fornecer dicas para se viver com mais saúde e plenitude. Segundo os cientistas, o novo campo de estudo já forneceu evidências de que esses estados meditativos -que dependem do desligamento dos sentidos e de repetição de palavras, frases ou movimentos- são uma parte natural do cérebro. E que os humanos são, em certo sentido, seres inerentemente espirituais.

"A prece é o meio que o cérebro moderno tem para se conectar com estados de consciência ancestrais poderosos", disse Gregg Jacobs, professor assistente de psiquiatria na Escola de Medicina de Harvard, que publicou diversos estudos sobre como as ondas cerebrais se modificam durante a meditação. Com os estados meditativos, as pessoas parecem desligar o que Gregg chama de "conversa interior" do cérebro superior, consciente.
Durante a meditação, os pesquisadores observaram aumento na atividade das ondas cerebrais "teta", um tipo que se move lentamente e que inibe outras atividades do cérebro. Com base em uma análise preliminar de dados recentes, Gregg disse que observou atividade teta inibidora saindo de uma área do cérebro, chamada de lobo parietal, que contém o oásis tranqüilo da prece. Eventualmente, os pesquisadores esperam poder identificar um centro biológico comum nas muitas variedades mundiais de adoração.
No entanto, na medida em que os cientistas adotam tecnologia cada vez mais sofisticada para o estudo da religião, muitos advertem que esses primeiros vislumbres de território misterioso não devem ser excessivamente interpretados. "O que quer que possamos aprender sobre esses estados será uma grande vantagem para nós", disse Lawrence E. Sullivan, diretor do Centro de Estudos das Religiões Mundiais de Harvard.

Há o perigo, entretanto, "de que nossa tecnologia e conclusões não se igualem à riqueza e complexidade da religião". A própria prece é espetacular em sua diversidade, disse Sullivan, citando a tradição Taoista de meditação profunda, na qual os praticantes imaginam seu próprio nascimento, e os cânticos e danças rituais de um povo que habita uma região próxima ao rio Orinoco, da Venezuela, quando os adolescentes atingem estado de transe estático e depois morrem metaforicamente. Nos anos 1970, alguns pesquisadores começaram a estudar seriamente o valor terapêutico da religião. Herbert Benson, presidente do Instituto Corpo/Mente afiliado à Universidade de Harvard, cunhou a expressão "resposta de relaxamento", para descrever as mudanças psicológicas saudáveis nas pessoas que seguiam práticas meditativas orientais. Recentemente, no entanto, os pesquisadores também passaram a considerar práticas de prece ocidentais similarmente intensas. No ano passado, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) anunciaram que estariam financiando um ensaio clínico na Universidade Johns Hopkins para estudar os efeitos de longas sessões de oração de um grupo de mulheres afro-americanas com câncer de mama -o primeiro estudo desse tipo em toda a história. Uma das mais impressionantes descobertas aconteceu em 1997, quando uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego descobriu o que chamaram de "módulo Deus", no cérebro. Eles estudaram pacientes que sofriam de uma forma de epilepsia que afeta o lobo temporal do cérebro. Esses pacientes têm experiências profundamente religiosas durante os acessos e depois ficam fascinados com assuntos místicos.

Os pesquisadores, chefiados por Vilayanur Ramachandran, disseram que os acessos fortaleciam uma porção do cérebro que responde a palavras religiosas, implicando que o sentimento religioso é parte da arquitetura cerebral. Newberg, da Pensilvânia, que é autor de um livro lançado este mês chamado "Why God Won't Go Away" (por que Deus não irá embora), disse que o mistério da experiência religiosa era inerentemente difícil de ser resolvido em laboratório, especialmente com um scanner de cérebro barulhento funcionando. Sua estratégia, no entanto, tem sido usar uma técnica chamada Spect, que usa um marcador que se fixa no padrão de atividade cerebral ao ser injetado, mas pode ser observado depois, com o scanner. Newberg já discutiu suas descobertas em conferências científicas, mas somente os resultados com budistas foram publicados. Ninguém sabe ainda, entretanto, porque o cérebro tem essa habilidade milagrosa de atingir outros tipos de estados de consciência, simplesmente voltando-se para dentro, aquietando-se, concentrando-se em uma imagem trêmula e repetindo uma frase sagrada.

Algumas pessoas interpretarão os resultados da pesquisa como evidência de que Deus é um produto do cérebro, enquanto outras dirão que são evidência de que o cérebro é um produto de algum poder maior -que, como diz Benson, " talvez Deus nos tenha dado o mecanismo para entender e sentir Deus de determinada forma".

Tradução: Deborah Weinberg
THE BOSTON GLOBE

DNA E AS EMOÇÕES

Gregg Braden

A seguir três experimentos com o DNA (ADN) que provam as qualidades e auto-cura do mesmo em consonância com os sentimentos da pessoa, como foi relatado por Gregg Braden em seu programa intitulado Curando Corações/Curando Nações: A Ciência da Paz e o Poder das Orações:

EXPERIMENTO #1
O primeiro experimento foi realizado pelo Dr. Vladimir Poponin, da Academia Russa de Ciência. Nesta experiência começou-se por esvaziar um recipiente (quer dizer que se criou um vazio em seu interior) e o único elemento deixado dentro foram fótons (partículas de luz). Foi medida a distribuição destes fótons e descobriu-se que estavam distribuídos aleatoriamente dentro deste recipiente. Este era o resultado esperado.
Então foi colocada dentro do recipiente uma amostra de DNA e a localização dos fótons foi medida novamente. Desta vez os fótons haviam se ORGANIZADO EM LINHA com o DNA. Em outras palavras, o DNA físico produziu um efeito nos fótons não-físicos.
Depois disto, a amostra de DNA foi removida do recipiente e a distribuição dos fótons foi medida novamente. Os fótons PERMANECERAM ORDENADOS e alinhados onde havia estado o DNA. A que estão conectadas as partículas de luz?
Gregg Braden diz que estamos impelidos a aceitar a possibilidade que exista um NOVO campo de energia e que o DNA está se comunicando com os fótons por meio deste campo.

EXPERIMENTO # 2
Este experimento foi levado a cabo pelos militares. Foram recolhidas amostras de leucócitos (células sanguíneas brancas) de um número de doadores. Estas amostras foram colocadas em um local equipado com um aparelho de medição das mudanças elétricas. Nesta experiência, o doador era colocado em um local e submetido a 'estímulos emocionais' provenientes de vídeoclips. O DNA era colocado em um lugar diferente do que se encontrava o doador, mas no mesmo edifício.
Ambos, doador e seu DNA, eram monitorados, e quando o doador mostrava seus altos e baixos emocionais (medidos em ondas elétricas), o DNA expressava RESPOSTAS IDÊNTICAS e AO MESMO TEMPO. Não houve lapso e retardo de tempo de transmissão. Os altos e baixos do DNA COINCIDIRAM EXATAMENTE com os altos e baixos do doador.
Os militares queriam saber o quão distantes podiam ser separados o doador e seu DNA e continuarem observando este efeito. Pararam de experimentar quando a separação atingiu 80 kilometros entre o DNA e seu doador e continuaram tendo o MESMO resultado. Sem lapso e sem retardo de transmissão.
O DNA e o doador tiveram as mesmas respostas ao mesmo tempo. Que significa isto? Gregg Braden diz que isto significa que as células vivas se reconhecem por uma forma de energia não reconhecida anteriormente. Esta energia não é afetada pela distância e nem pelo tempo. Esta não é uma forma de energia localizada, é uma energia que existe em todas as partes e todo o tempo.


EXPERIMENTO #3
O terceiro experimento foi realizado pelo Instituto Heart Math e o documento que lhe dá suporte tem este título: Efeitos locais e não locais de freqüências coerentes do coração e alterações na conformação do DNA (Não se fixem no título, a informação é incrível!)
Este Experimento relaciona-se diretamente com a situação do Antrax. Neste experimento tomou-se o DNA de placenta humana e colocou-se em um recipiente onde se podia medir as alterações do mesmo. Vinte e oito amostras foram distribuídas, em tubos de ensaio, ao mesmo número de pesquisadores previamente treinados. Cada pesquisador havia sido treinado a gerar e sentir sentimentos, e cada um deles podia ter fortes emoções. O que se descobriu foi que o DNA MUDOU DE FORMA de acordo com os sentimentos dos pesquisadores.

1. Quando os pesquisadores sentiram gratidão, amor e apreço, o DNA respondeu RELAXANDO-SE, e seus filamentos esticando-se. O DNA tornou-se mais grosso.

2. Quando os pesquisadores SENTIRAM raiva, medo ou stress, o DNA respondeu APERTANDO-SE. Tornou-se mais curto e APAGOU muitos códigos.
Você já se sentiu alguma vez 'descarregado' por emoções negativas? Agora já sabe porque seu corpo também se descarrega! Os códigos de DNA conectaram-se novamente quando os pesquisadores tiveram sentimentos de amor, alegria, gratidão e apreço.
Esta experiência foi aplicada posteriormente a pacientes com HIV positivo.

Descobriram que os sentimentos de amor, gratidão e apreço criaram RESPOSTAS DE IMUNIDADE 300.000 vezes maiores que a que tiveram sem eles.
Assim, o que temos aqui é uma resposta que nos pode auxiliar a permanecermos com saúde, sem importar quão daninho seja o vírus ou a bactéria que esteja flutuando ao redor. Mantendo os sentimentos de alegria, amor, gratidão e apreço.
Estas alterações emocionais foram mais além de seus efeitos eletromagnéticos. Os indivíduos treinados para sentirem amor profundo foram capazes de mudar a forma de seu DNA.
Gregg Braden diz que isto ilustra uma nova forma de energia que conecta toda a criação. Esta energia parece ser uma REDE ESTREITAMENTE TECIDA que conecta toda a matéria. Podemos influenciar essencialmente esta rede de criação por meio de nossas VIBRAÇÕES.

O que tem a ver os resultados destas experiências com nossa situação presente? Esta é a ciência que nos permite escolher uma linha de tempo que nos permite estar a salvo, não importa o que aconteça. Como Gregg explica em seu livro O efeito Isaías, basicamente o tempo não é apenas linear (passado, presente e futuro) mas também é profundidade.
A profundidade do tempo consiste em todas as linhas de tempo e de oração que possam ser pronunciadas ou que existam. Essencialmente, suas orações já foram respondidas. Simplesmente ativamos a que estamos vivendo por meio de nossos SENTIMENTOS.

É assim que criamos nossa realidade, ao escolhermos nossos sentimentos.
Esses sentimentos estão ativando a linha do tempo por meio da rede de criação, que conecta a energia e a matéria do universo.
Lembre-se que a lei do Universo é que atraímos aquilo que colocamos em nosso foco. Se focas em temer qualquer coisa seja lá o que for, estás enviando uma forte mensagem ao Universo para que te envie aquilo a que mais temes. Em troca, se puderes manter-te com sentimentos de alegria, amor, apreço ou gratidão, e focar em trazer mais disto para tua vida, automaticamente irás afastar o negativo.

Estarias escolhendo uma LINHA DE TEMPO diferente com estes sentimentos. Sendo assim, esta é uma proteção para o que vier: Busque algo pelo qual estar alegre todos os dias, cada hora se possível, momento a momento, ainda que sejam alguns poucos minutos. Esta é a mais fácil e melhor das proteções que podes ter.

Fonte: Gregg Braden
Tradução: Liane B. de Mesquita, a partir da tradução em espanhol de Abjini Arraíz
Referências: The DNA PHANTOM EFFECT (update);
DNA can be influenced and reprogrammed by words and frequencies