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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Cientistas descobrem genes extraterrestres em DNA humano


Existiriam civilizações de seres humanos avançados espalhadas pelas galáxias?



Por John Stokes (tradução: Mario Barros)



Um grupo de pesquisadores trabalhando no Projeto Genoma Humano fez uma descoberta impressionante.

Eles acreditam que 97% do DNA humano que são formados, pelas assim chamadas, "seqüências não-codificadas" são nada menos que códigos genéticos de formas de vida extraterrestres.

As seqüências não-codificadas são comuns em todos os organismos vivos da Terra, de células a peixes a humanos. Elas constituem grande parte do DNA humano, diz o professor Sam Chang, líder do grupo.

As seqüências não-codificadas, originalmente conhecidas como "DNA-LIXO", foram descobertas anos atrás e sua função permanece um mistério. A esmagadora maioria do DNA humano vem de fora do nosso planeta. Esses evidentes "genes-lixo extraterrestres" simplesmente "curtem o passeio" com os outros genes ativos, passando de geração a geração.

Depois de abrangentes análises com a assistência de outros cientistas como programadores, matemáticos e outros sábios acadêmicos, o professor Chang perguntou se o evidente DNA-LIXO humano foi criado por algum tipo de "programador extraterrestre". "As cadeias alienígenas dentro do DNA humano tem suas próprias veias, artérias e seu próprio sistema imunológico que resiste vigorosamente a todos os tipos de drogas anti-câncer conhecidos", observa o professor Chang.

Professor Chang



O professor Chang estipula também que "Nossa hipótese é que uma forma de vida extraterrestre superior se ocupou de criar novas formas de vida e de plantá-las em vários planetas. A Terra é apenas um deles. Talvez, após programar-nos, nossos criadores se ocuparam de criar-nos como criamos bactérias em laboratórios. Nós não sabemos seus motivos, se era para ser um experimento científico, ou um jeito de preparar novos planetas para a colonização, ou se é um trabalho de longo prazo de semeação de vida no universo."

Chang, além disso, ressalta que "Se nós pensarmos nisso em termos humanos, os supostos "programadores extraterrestres" provavelmente estavam trabalhando em "um grande código" consistente de vários projetos, e esses projetos devem ter produzido várias formas de vida para vários planetas. Eles também devem ter tentado várias soluções. Eles escreveram "o grande código", executaram-no, não gostaram de algumas funções, mudaram-no ou adicionaram novas funções, executaram-no novamente, fizeram melhorias, tentaram novamente e novamente."

Além disso, o time de pesquisadores do professor Chang conclui que: "os"programadores extraterrestres" talvez tenham sido ordenados a excluir todos os seus planos idealísticos para o futuro quando se concentraram no "projeto Terra" a fim de terminá-lo no prazo adequado. Provavelmente com pressa os "programadores extraterrestres" cortaram drasticamente o "grande código" e o entregaram somente com as características básicas planejadas para a Terra.

Chang é somente um de vários cientistas e outros pesquisadores que descobriram origens extraterrestres para a Humanidade.

Chang e seus colegas mostram que as aparentes lacunas no seqüenciamento do DNA, precipitadas por uma suposta pressa em criar a vida humana, presenteou a raça humana com o ilógico crescimento desordenado de células que conhecemos por câncer.

O professor Chang ainda aponta que "o quê vemos em nosso DNA é um programa consistindo de duas versões, um código básico e um grande código." Chang então afirma que "o primeiro fato é que o programa completo absolutamente não foi escrito na Terra, isto é um fato confirmado. O segundo fato é que os genes, por si sós, não são suficientes para explicar a evolução, deve haver algo mais "no jogo".

"Cedo ou tarde", diz Chang, "nós teremos que enfrentar a inacreditável idéia de que toda a vida na Terra carrega códigos genéticos de nossos "primos extraterrestres" e que a evolução não se deu do jeito que pensávamos."



domingo, 31 de maio de 2009

Estado físico

Se viemos experienciar os prazeres do estado físico, como se deu?

Uma boa possibilidade, e acredito nela (por enquanto), pode ser que a energia criadora ao começar a densificar-se em níveis mais baixos de frequencias vibratórias, começou a estender-se a planos mais densos, até "baixar" por essas paragens físicas.

Sendo nós então a extensão da energia criadora (Deus para quem preferir dizer), somos Deus experenciando a matéria. Em nossa origem nesse plano tinhamos a plena consciencia disso, eramos plenos com todos os reinos da existencia... reino devico, reino anjelico, e tantos outros... mas para melhor experenciar a matéria, escolhemos fracionar uma pequena parte nossa, para ser especialista nesse nível, uma pequena fração nossa q ganhou sentidos especiais para agir na matéria, uma pequena parte que só conheceria a matéria, especialista nesse plano. Até aí tudo bem, eramos muito maiores q essa pequena parte, e tinhamos perfeita percepção de todo nosso explendor, que eramos parte do todo.

Problema se deu qdo experenciamos tantas vezes e de forma tão intensa nossa fração especialista na matéria que não apenas a utilizamos fortemente, mas passamos a acreditar que eramos apenas aquela parte, esquecendo-nos de todo o resto que somos.

Nesse esquecimento, nasce então o ego humano, a mente inferior, é o que muitas escrituras chamariam de "a queda do homem", a "expulsão do paraiso". Sendo q nunca fomos expulsos de nada, nós mesmos nos auto condenamos nos confinar em uma pequena fração nossa esquecendo de todo e resto. Pior ainda foi q essa fração a q nos auto impomos foi criada unicamente para ser especialista na matéria, não conhecendo assim outros níveis senão o nível físico, aprofundando nossa distancia da realidade. É como acreditarmos sermos uma gota d'agua, qdo na verdade somos todo o oceano.

Nesse momento de esquecimento passamos a seguir nossa mente inferior, nosso ego, e ao seguir suas orientações passamos a buscar algo que sentíamos q nos faltava, sentíamos q eramos seres incompletos, começamos ao longo das vidas que se seguiram a busca pelo q o ego nos prometia, a busca pela felicidade. Nessa busca, tendo o ego como guia, cometemos os mais variados equivocos, erros, enganos e atrocidades, seguiamos um guia q nos oferecia o q nao podia nos dar. Qdo nos dizia q nossa felicidade estava em ser belo, ou talvez em ter poder, e mesmo que viessemos a satisfazer essas condições, ele nos apresentava outra a ser buscada, se por ventura numa vida conseguissemos satisfazer todas as imposições de nosso ego para sermos felizes, chegaríamos no final dessa vida com um sentimento que ainda faltava algo, não adiantava satisfazer o q o ego nos apresentava... poder, beleza, riqueza... sempre faltava algo, nos pedia mais, e a promessa de felicidade não ocorria.

Esse guia que a tanto tempo seguimos, nos fez cometer muitas atrocidades ao longo de nossa caminhada, ele nos convenceu que nossa existencia é curta, vai do nascimento a morte e temos q correr para encontrar a felicidade, e se no caminho tivermos q passar por cima de outros egos tbm em busca das suas felicidades, temos q faze-lo, pois ao acreditar na matéria, nosso guia pensa q tudo é finito, e se tenho algo, o outro não poderá tambem te-lo, então todos estão a querer "roubar" o que tenho, minha felicidade, minhas conquistas, e tudo passa a ser uma relação de competição e principalmente de MEDO um do outro. Medo é o sentimento q move o ego, sua existencia decorre da pior ocorrencia que já tivemos, trazemos a nivel celular um medo enorme de mudanças e por isso somos intrincicamente tão conservadores a coisas novas e com dificuldade de aceitarmos mudanças de situações, pois a pior mudança q já sofremos foi o esquecimento de nós mesmos, o ficar confinado numa pequena parte nossa q ignora seu potencial. Não sabemos porque, mas temos medo de mudanças, porque nossa maior mudança nos trouxe aonde estamos hoje, e nosso ego é fruto dessa mudança, tem em sua essencia o sentimento do medo carreado em sí.

Por que continuamos a vir sistematicamente a novas vidas?

Para aprender q temos outro guia a seguir, temos outra opção sempre, em todas as escolhas q fazemos, se formos no primeiro impulso, na primeira emoção, sempre estaremos seguindo nosso guia errado, pois ele é o mais barulhento, o mais ruidoso, que grita sempre, que tagarela em nossa mente mesmo qdo queremos meditar, mas se quisermos podemos nos voltarmos para dentro de nós mesmos, no silêncio interior, no querer e saber que há outra voz a ouvir, um outro guia a seguir. e descobriremos que SEMPRE temos uma outra opção em todas as nossas escolhas, uma opção mais sábia, mas adequada as nossas necessidades e em respeito ao ser que somos e aos seres que todos os outros tbm são.

Ao sabermos q estamos a manifestar uma expressão falsa de nós mesmos aos outros e vice-versa, começamos a entender q NÃO viemos nessa vida para nascer, crescer, ter uma boa profissão, encontrar um grande amor, criar lindos filhos e envelhecer felizes. Começamos a entender que viemos tantas vezes nesse plano material para ÚNICAMENTE nos redescobrir, nos reencontrar e saber que o grande, único e verdadeiro guia, esta DENTRO de nós, pois nosso verdadeiro guia, somos NÓS mesmo, o ser que verdadeiramente somos e nunca deixamos de ser, apenas esquecemos de todo nosso explendor e manifestamos para os outros e para nós mesmos um engodo, uma falsidade. Mas agora precisamos relembrar nossa origem, reencontrar a manifestação de Deus dentro de nós, nos aceitando como partes desse Deus (energia criadora) q se extendeu na matéria e que temporariamente nos esquecemos disso. Já é tempo de lembrarmos de nós mesmos de reencontrar nosso EU e descobrirmos que não somos feitos e guiados pelo medo e sim que nossa origem é o AMOR, SOMOS AMOR e isso estamos sendo convidados a manifestar nessa vida.

Aceitas o convite?



Um abraço a todos os seres de luz! Pois isso é o que somos!!

Ricardo

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Super Vida

19 de Julho - estabilizado no Vale de Erks em 2003
André Louro de Almeida



Tudo o que é criado e está sujeito ao impulso evolutivo é impulsionado por Algo, um impulso maior, um motor espiritual, quase que podemos dizer que tudo o que vive tem um sonho.

Tudo aquilo que foi "impressionado" pelo Poder da Vida, sonha, e o sonho de toda a criatura assim impressionada é a Super-Vida.

Existe Subvida, Vida e Super Vida e a experiência evolutiva, frágil ou majestosa é um vector da Inteligência do Universo tentando elevar tudo à Super Vida, tentando guindar a experiência cósmica para além da entropia, para além da lei da morte, procurando de novo suspender os mundos criados nas plataformas inefáveis da Eternidade.

A evolução natural é um poema da escalada da subvida para a Vida sonhando sendo queimada pelo fogo do sonho, da promessa, do poencial da Super Vida.

Existe um plano na mente divina que sustêm a imagem perfeita para cada partícula cósmica, ou seja existe um universo final, supremo, exacto, em glória, na Eternidade que é a representação virtual do fruto da evolução cósmica. E o trabalho universal, o trabalho cósmico integral consiste em propulsionar o universo evolutivo, esta massa infinita, de força-vida-consciencia, para cima e para além, criando uma supermateria, uma superforça e uma superconsciencia enfim uma supervida, impulsionando para além até que os universos evolutivos - os universos alfa-omega - reproduzam no tempo exactamente a realidade gémea na eternidade, ou seja atinjam o status vibratório sustido, para cada particula na Eternidade.

Assim quando o status dos universos evolutivos for identico ao status da sua contraparte eterna o tempo termina, pois a sua função foi consumada.

Todo o Universo criado procura a Super Vida. Todo o universo criado, em algum ponto secreto de cada partícula, aspira à SuperVida, pois no coração de cada partícula existe o túnel electromagnetico absoluto que o coloca com a sua contraparte eterna, na verdade podemos dizer que o mistério do coração é justamente esse: o Coração é a função cosmica de ligação entre particula e contraparticula, entre existencia e supraexistencia, entre ser temporal e ser eterno, o coração é o orgão-tunel-espelho de contacto entre estes dois universos, o universo alfaomega e o universo-eterno.

Todo o Universo criado procura a Super Vida.
Uma vida que é a coroa do esforço universal, uma vida sem morte, sem erro, sem entropia. Todos nós, sejamos animais, nós plantas, nos pessoas, todos nós aspiramos à SuperVida e nessa aspiração tornamo-nos irmãos, proximos, semelhantes.
.

Quando os golfinhos saltam no ar e voltam a mergulhar, sem um elemento de Sonho e Aspiração, isto não seria possível.

Os golfinhos, sendo atravessados por correntes de Vida muito intensas, dificilmente conseguem conter no seu corpo a voltagem descendente que recebem e os saltos que observamos são a sua celebração, é o momento de encontro entre a Vida e a Super Vida, é o momento em que aquela corrente de vida celebra o seu potencial cósmico e opera para si mesma o avanço na direcção da SuperVida.

Trata-se exactamente da mesma coisa quando os pássaros cantam em horas específicas do amanhecer ou do entardecer.

Tal como o salto dos golfinhos este tipo de cântico é a tradução de uma saturação energética.

No reino humano isso revela-se pela Paz no coração e pela Harmonia no psíquico quando ao entardecer, depois de um dia de trabalho intenso, um raio de sol nos toca o rosto e percebemos que uma oraçao expontanea surgiu, como um walk-in, no nosso peito.

Nós estamo-nos a referir ao cântico de exaltação, de projecção para além, ao cântico que liga a nossa consciência às fibras ópticas invisíveis dos anjos, e daí aos Geradores Primordiais, os Pais da Criação.

Este cântico que nos alinha com os Pais Superiores, com os Universos de Fogo, começa em nós, por vezes, pela extrema privação da vida e da energia - é o cântico do prisioneiro. Esse é um cantico triste á superfície mas em essencia permanece um cantico de liberdade.

Também existe o cântico de exaltação, de adoração, que é um fenómeno da Super Vida tocando a Vida, é um momento em que a promessa de um horizonte universal de luz maciça, sólida e suprema se irá plasmar nas águas plásticas da Criação.

E isto vai acontecer.
Isto vai se consumar. É para esta eclosão final que todos nós trabalhamos.

A Celebração é o reconhecimento do contacto entre a esfera do Pai (a Super Vida) e a esfera evolutiva (a esfera da Mãe).

O que caracteriza a subvida é a pulsação inconsciente. A substância foi visitada, uma voz quente de fogo falou para dentro das câmaras de ressonância da substância universal. A substância teve a sua memória despertada num certo grau, ela aprendeu a suspeitar da evolução, ela está a assumir a espiral.

A substância universal começa na subvida, começa a reflectir o conduto em espiral que conduz ao alto, começa a aceitar o impacto do Fogo Criador, mas a consciência não existe, existe uma pulsação semi consciente ou inconsciente. Existe apenas insciencia.

Por outro lado o que caracteriza a Vida é que a consciência pulsa ali. Há percepção de si. Há um ponto que observa e atribui valores à sua volta. Há um centro e uma periferia que está sendo assimilada progressivamente.

A Vida é uma celebração da consciência. A subvida é uma pulsação, é uma celebração do ritmo, do primeiro toque, mas na Vida a consciência está presente. É como se o Filho cósmico se espreguiçasse e começasse a receber as primeiras ondas de calor contínuas vindas de cima e à consciência este Filho diz: EU - ele tem consciência de si.

Nesta imensa progressão o homem é um degrau, é uma operação de comutação entre esferas cósmicas, é um ponto de encontro. É no homem que a vida emergente aprende a sonhar com a Super Vida. Efectivamente. É o homem que o Sonho ganha um poder real, efectivo, motriz.

Num certo sentido nós somos anjos físicos, centelhas divinas exprimindo-se através desta estrutura biológica.

Se nós fizéssemos agora um trabalho transcendente estrito diríamos: "Nós somos mónadas", mas como a preparação para a Ascensão da Terra implica uma compreensão metafísica do corpo, implica reaprender a amar o corpo metafisicamente, nós podemos também ver o que somos incluindo todo o passado cósmico, o nosso corpo é uma bilbioteca viva contendo toda a história universal.

Nessa outra percepção de nós mesmos percebemos que a função Homem é comparável a Ícaro à beira da falésia. Nós estamos à beira do desconhecido, isto é á beira das possiblidades do Ser, ocupamos um precipício ontológico,
e todo aquele que não está à beira do desconhecido não é plenamente humano.

A função humana atinge o seu pico frente ao desconhecido porque toda a massa universal nos usa para sonhar com o Divino.

Então o que é o Homem: Nós somos os responsáveis por manter o sonho universal.

Esta nossa função de trazer a nós a síntese do Universo, desde a "Grande Explosão" até hoje, é o que nós somos se nos observarmos como uma entidade ascendente.

Nestes encontros nós temos trabalhado muito no sentido de nos definirmos como seres cósmicos em serviço à Terra e isso ajuda-nos a compreender o nosso sagrado desassossego, ansiedade e perturbação criativa.

Existe outra forma complementar de observar o homem que é a forma da Mãe (da entidade feminina universal encarregada de arrastar todas as partículas de novo até ao Pai, porque se a Vida é o Filho - consciência emergindo - a Super Vida é a reunião final da Mãe com o Pai, é a erupção do Pai nos suportes fornecidos pela Mãe, sem entropia. Isto é a definição do Éden - o Jardim onde a morte não entra. )

Nesta outra percepção de baixo para cima tu funcionas como Ícaro à beira da falésia, isto é, atrás de ti estão os passos conhecidos, os territórios explorados e os mapas. À tua frente não há mapa.

Este ponto à beira da falésia com um vasto território desconhecido sem mapa, sem linguagem, sem conceitos, tu sabes que o Universo segue naquela direcção e que tu és responsável por fazer avançar a consciência para além daquele ponto.

Nesse momento da consciencia tu és o proprio universo evolutivo, o aspecto emergente da Mãe enquanto Divino Imanente, emergindo da evolução da substancia, gerando o salto essencial, o disparo sagrado, o lampejo criativo através do qual tudo se renova. Chamos a esse momento anterior ao salto a Consciencia Ardente.

É neste laboratório que tu te tornas plenamente humano e a função humanidade é como que a última camada de esforço da Mãe universal na sua tentativa de elaborar o problema da fusão com o Pai.

Essa fusão é universal - toda abarcante - mas ganha definição individual com os Mestres Ascensos.

Eles são uma expressão do casamento integral entre a Mãe, o Pai e o Filho. São uma implosão da Trindade e uma revelação do que resulta dessa síntese final. Isto é o que define a Ascensão individualmente.

O que define a Ascensão colectivamente é esta capacidade de responder à Super Vida, de compreender qual é a função do homem e de aspirar a dar o passo ousado.

Sempre que houve ousadia a consciência expandiu-se ao ponto de poder receber melhor os envios da Super Vida.

O Universo é uma experiência alquímica na qual a Mãe - a responsável pela organização da substância - busca moldar a forma perfeita, o suporte exacto para a descida da Super Vida.

O objectivo da Criação é manifestar a Super Vida e por enquanto nós somos vivos, mas não ainda SuperVivos.

A Era em que estamos entrando é uma Era em que o esforço da evolução espiritual no planeta é feito através da Mãe.

Existem planetas conhecidos, à escala cósmica, como planetas do tipo UR que têm como função testar e desenvolver a Vida em muitas direcções: na direcção da biodiversidade; do refinamento dos sistemas nervosos; da capacidade da substância captar o Divino.

Chamam-se "estações UR" porque são zonas do Universo onde é colocado um vórtice de grande aceleração vibratória, visando, o mais rapidamente possível, exprimir a Super Vida.

Um planeta tem uma contraparte invisível composta por um vórtice - não tem nada a ver com a forma esférica do planeta - ele é um ponto de convergência de intenção divina, é um nexo na trama das intenções divinas ao longo do espaço cósmico.

É um ponto onde a intenção se torna mais concentrada. É como se se tivesse uma convexão do Divino naquele ponto - gravidade -, o que vai atraindo matéria que se vai organizando em torno desse vórtice e vai arrefecendo e nasce um planeta

(descrição grosseira do processo).

A Terra é uma estação UR, é um planeta destinado a aperfeiçoar a matéria ao máximo possível.

Existem planetas imateriais que não chegam a um grau de convexão dentro da gravidade tão potente, não existe massa.

Existem planetas mais densos que a Terra mas que não têm funções de aperfeiçoamento das ligações substância/Verbo.

Estações UR são planetas que nascem para ser polidos como uma jóia e para explorar o potencial da substância nesses vectores: biodiversidade; refinamento eléctrico e capacidade de fixar o Divino na substancia, de revelar a Vida Divina.

No início é sempre dada a oportunidade a um planeta de, num espaço de tempo muito curto, exprimir essa Super Vida, ou seja, a evolução universal é uma forma de transportar a vida de vaso em vaso até à Super Vida (Vida Divina imortal).

No início existiu uma raça que havia sido cuidadosamente preparada pelos Elohins, pelos pensadores originais, para representar a Super Vida num mínimo tempo evolutivo possível.

Quando o Pai gera uma estação UR, Ele envia uma representante sua que é descrita na metafísica judaica como Shekinah - A Presença.

Shekinah traduz-se, em termos ocidentais, por Espírito Santo.

A Shekinah já esteve plenamente vibrando na Terra. No início a Presença Divina saturava a atmosfera, ela era luminescente, as curvas de oxidação celular eram nulas, toda a Terra, a começar pela Raça residente, era "Em Glória". Todo o planeta vivia aceleradamente na direcção da Super Vida.

Quando a Terra atingiu um certo grau de refinamento na resposta à Super Vida, ela tornou-se extremamente apetecível para certas hierarquias de mestres cósmicos descontinuados do projecto do Pai. Elas implantaram na Terra um gigantesco sistema de controle e cortaram o poder de diferenciação do nosso ADN. As principais antenas foram desligadas. A capacidade do nosso suporte fixar a vida foi diminuída e a Terra entrou numa entropia.

Como esses deuses caídos se alimentam do medo e das emoções colectivas, eles usaram as emoções como quem usa uma fonte de alimento.

As figuras objectivas nas quais nos projectamos (os ídolos) passaram, a partir de então, a ter uma função ambígua: tanto podem ser usados como transporte da consciência para o Plano Original, como podem ser manipulados por essas hierarquias intermédias para aprisionar a consciência colectiva, ou seja, a mesma Virgem Maria pode ser usada para libertar ou para aprisionar a consciência, depende da entidade oculta que a utiliza ou da sensibilidade do devoto.

gravar a partir daqui



A Presença Divina que saturava a atmosfera e "brincava" com toda a Criação, recolheu-se. Significa que, quando Jesus disse: "Eu vou mas deixo-vos o Espírito Santo", Ele estava a reconstituir "algo" que no início... - há uma fase em que os vulcões já arrefeceram, existem planícies tranquilas e em que já se extinguiram uma série de espécies. A Raça Hiperbórea começa a adquirir densidade, contacto com a matéria, foi nesse momento que a matriz de controle foi instalada. Aquilo que deveria ter sido um suave tocar a matéria para depois subir de novo segundo um plano original em 3 esferas de descida, transformou-se numa queda. Ou seja, estava prevista uma descida para dentro da matéria em que a consciência hiperbórea iria revestir-se de pirâmides bioquímicas terrestres feitas de hidrogénio e carbono e depois iria seguir com o mínimo de serpentear. O que aconteceu foi uma secção em relação ao poder de retorno e uma queda a nível cada vez mais denso da manifestação.

Neste processo, a Shekinah (Espírito Santo) recolheu-se em duas fases:

Na primeira, até à Atlântida, ele recolheu aos templos. No plano original do Pai não existem templos, tal como num planeta sagrado não exitem templos.

O templo é um ecossistema energético oculto que tenta compensar um adormecimento e no início a Terra está saturada pela Shekinah, ela vibrava próxima do Divino.

Essa parte feminina do Logos planetário foi recolhendo cada vez mais e instalou-se no interior dos templos.

Durante a Atlântida deu-se a fundação dos templos - instala-se a divisão sagrado/profano. Há regiões em que há saturação da Presença e outras regiões em que não há saturação da Presença, isso inclusive, existe claramente expresso no nosso corpo.

O meu corpo não é um templo, ele foi um templo há muitos milhares de anos atrás. Apenas certas regiões do corpo são ainda um templo. Aquilo que foi a atrofia progressiva do Espírito Santo reflectiu-se igualmente no nosso corpo visto que ele é uma tradução directa, fiel, da evolução da Terra.

Hoje apenas a pineal, o cardíco direito e a região do sacro são templo.

As belíssimas lendas judaicas antigas referem o tempo de Enoch e antes do tempo de Enoch, quando se falava do Jardim dizia-se que a Presença (Shekinah) saturava todo o Jardim e que mesmo depois de Adão ter sido expulso, ele ia até à entrada do Jardim para contemplar o Jardim e que a Shekinah era um brilho na Terra inteira que a mantinha ligada aos Grandes Tractores de divinização da matéria.

Este ponto na lenda judaica refere-se ao templo.

Quando Adão está no Jardim e a presença do Pai satura tudo, não existe a função templo, mas quando se dá a separação e uma dissociação em relação ao plano original, passa-se a chamar sagrado o que está vibrando de acordo com o plano original e profano o que está vibrando fora do plano original.

Não há mitologia sem esta linha divisória. Sem esta linha há Gnose (conhecimento supremo). Assim que há a quebra do diamante nasce a mitologia, nasce o conto sobre o que aconteceu.

Quando a Mãe viu o grau de desconexão em que a Terra entrou através da Atlântida, Ela "velou o seu rosto", recolheu ao interior do Sacrário.

A nível da nossa anatomia, o recolhimento do Espírito Santo traduziu-se pela passagem da pineal, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, para o tamanho de uma ervilha. Quando não se usa uma coisa a natureza encarrega-se de a fazer desaparecer gradualmente.

O vórtice no centro da consciência cerebral á activado através da adoração do Divino. Com a queda, a Presença foi-se retirando, concentrando cada vez mais no centro até que implodiu. A Mãe saiu pelo ponto onde tinha entrado. No nosso caso tem a ver com o recolher dos poderes imortais cada vez mais na direcção do cóccix.

O Logos planetário tem das polaridades: masculina - o Senhor do Mundo; feminina - a Mãe do Mundo.

O Senhor do Mundo actua de cima para baixo. A Mãe do Mundo actua de baixo para cima. Ela entra no coração oculto da Terra e a partir daí o seu Cântico é emanado por toda a Criação.

Estamos a falar de consciências galácticas ao serviço da evolução cósmica neste planeta.

A Mãe do Mundo é para onde se dirige a força do Espírito Santo. Quando o Espírito Santo se recolheu para o interior dos templos, a Mãe do Mundo era tangível, Ela era a matriz de todos os protótipos da Deusa. Existe Gaia, num outro plano, Maria e assim sucessivamente, é a matriz, é um ser com uma evolução muito alta.

Com a segunda queda da Atlântida Ela saiu da acção directa sobre a evolução humana e recolheu profundamente para dentro do Sacrário. Hoje é perfeitamente possível existirem templos ortodoxos cujo sacrário não contém presença alguma porque essa Presença pode estar em qualquer lugar.

A nova etapa marca uma alteração completa do corpo físico, etérico, emocional e mental. Nos últimos anos o nosso corpo espiritual recebeu um tremendo impulso da Hierarquia. As nossas almas, hoje, já se libertaram e estão viradas para a mónada recebendo o vento divino.

O que nós vamos ter nos próximos anos é um ritual planetário de reconfiguração do corpo, da mente e das emoções em relação ao ponto em que as almas já estão, ou seja, os nossos veículos subtis já estão vibrando na Nova Terra mas devido à ausência da Shekinah - quando Jesus diz: "Eu vou embora mas fica convosco o Espírito Santo" no grau em que a Humanidade o podia receber porque o Espírito Santo a sério é o Pentecostes, é uma chama de fogo (pomba) que desce na pineal, desimpede a coluna de cristal, as pessoas aprendem a respirar cosmicamente e não apenas pelos pulmões, dá-se uma ligação da Mãe com o Pai (cóccix com a pineal) através do Filho, do coração aberto, isto é que é o retorno da Pomba.

Quando isto acontece espalha-se um novo código genético e é instalada uma nova realidade no corpo todo.

Com a ausência ou recolhimento do Espírito Santo na Terra, primeiro aos templos depois aos sacrários, e hoje já nem se sabe onde está, este recolher em várias fazes traduz-se por uma ausência de protocolo divino na aceleração da personalidade, ou seja, até aos anos 80, o agente que aceleraria a personalidade ao mesmo ritmo com que o Cristo acelera a consciência estava ausente, entretanto, essa Pomba está sobre as nossas cabeças.

O que marca os próximos anos é uma reconfiguração da personalidade como se mãos escultoras viessem ao encontro da velha massa e estão esculpindo de novo o que nós somos.

Existem dois circuitos intimamente ligados à evolução da forma e do nosso ser tridimensional. Quando se diz que estamos no processo de retorno da Mãe, significa que Deus cada vez mais será compreendido como um abraço e como Graça. Ele tem sido compreendido como Lei, Vontade e Direcção, como Meta, Magnetismo Superior e como a Voz do centro do teu ser. Ele tem sido compreendido como Aquele que faz a linha divisória dentro de ti entre o que não é actual e o que é actual (o bem e o mal).

A Mãe vem como uma expressão da Graça, Ela não vem para julgar e a atmosfera está a começar a ficar saturada de uma energia de perdão à escala planetária. A força da Mãe agindo através das nossas consciências e do nosso ser pede uma compreensão dos limites dos outros.

O Pai é Lei, a Mãe é Compaixão.

Essa força que está a surgir no planeta, ela diz: "é pela aceitação profunda do limite do outro que vocês compreendem a nossa vibração".

Na antiga Lei - Shambala -, ainda que a compaixão estivesse totalmente presente, o que era estimulada na consciência era a percepção do Caminho e a percepção de que este ser não é perfeito, portanto, não é o Caminho, então eu vou em busca do Caminho e havia um processo de rejeição e aceitação muito forte. Isso tinha a ver com a polaridade masculina do Logos planetário e com a criação de vectores, o mais rapidamente possível, para dentro da luz, isso acabou.

Nós hoje só vemos Caminho quando conhecemos o poder de destravar a energia que só a Compaixão contém.

O nosso coração está dentro de uma cápsula hermética que só é despressurizada através da compaixão. Eu tenho que olhar para o perfeito e o imperfeito com um coração impassível porque nós olhamos para o perfeito e amamo-lo e olhamos para o imperfeito e observamos, julgamos, quando não rejeitamos o imperfeito, isso não é a energia da Mãe.

O nosso coração permanece como uma tampa fechada a vácuo enquanto nós não praticamos a capacidade de incluir o outro no nosso próprio afecto e o que a Mãe pede é um coração idêntico (coração em chamas) em relação a todos os pontos à sua volta. Isto precisa de ser trabalhado.

O abraço da Mãe é todo abrangente, Ela não está interessada em fragmentar a Criação, Ela está distribuída por toda a Criação. Os teus corpos são parte da Mãe.

Quando a Mãe do Mundo se ocultou, ocultou-se num estado que para nós terá de ser traduzido por dor. A exteriorização progressiva da Mãe é feita através dos corpos físico, astral dos homens, é feita através da nossa mente. Ela precisa da consagração do homem para se exprimir. Sem isso Ela está asfixiada no âmago da matéria e, no que diz respeito à Mãe do Mundo, está travada no interior da Terra.

Os canais de emergência da Mãe somos nós. As estrelas no manto de Maria são o teu corpo físico, mental, emocional, és tu enquanto um ser terrestre. É a tua vibração que permite o transpirar da energia divina ou o seu bloqueio.

Nos próximos anos nós vamos ser violentamente sacudidos pela Mãe. É como se tudo o que é crosta, registo emocional velho, vibração astral velha, fosse cuspido para fora do teu campo vibratório. A Mãe vai usar os líquidos do corpo abundantemente para eliminar informação astral que está dentro de nós.

Uma lágrima é um saturado de informação astral. Uma lágrima é quando a Mãe decide que aquela emoção tem de ser expressa e tem de ser eliminada. O saco lacrimal enche-se na proporção em que a Mãe está preparando para ejectar informação emocional que já não é útil ao teu processo evolutivo (lágrima em termos ocultos), daí que é muito complicado a pessoa desaprender de chorar.

Nós vamos ser sacudidos, visitados, confrontados, vamos passar por expurgos muito intensos (no caso de algumas pessoas), por visões de cargas que estavam no inconsciente e vão ser ejectadas para fora do campo do ser e passam pela lente da consciência. Para a Mãe chegar, nós vamos ser virados do direito porque nós estamos virados do avesso. Isto vai dar uma volta completa e grande parte do processo passa-se nestes 80% de água de que as nossas células estão saturadas. Esta água salina está saturada de informação emocional e isto vai ser eliminado pela urina, pela transpiração, pelos olhos.

Sempre que estiverem eliminando líquidos visualizem que estão eliminando cascões civilizacionais.

Neste momento a Mãe tomou conta do processo.

Em termos internos, os Irmãos observam que o balão do veleiro já vai bem à frente. Raramente a nossa consciência, actualmente, aprova uma coisa negativa, raramente ela se liga a uma coisa externa, banal, este já não é o ponto dos seres que se estão preparando para a ponte entre os dois mundos (3ª e 4ª dimensão).

O trabalho na consciência está feito. Entramos numa fase em que os Irmãos nos pedem quietude que permite a Mãe entrar no sistema e lavar o que não pertence a Ela. O novo Sacrário somos nós.
·
· Ela recolheu-se da atmosfera para o interior dos templos.
· Recolheu-se do interior dos templos para o Sacrário
· Implodiu no Sacrário, tal como nós o conhecemos e
· Milhares de anos depois aparece dentro de nós transformando completamente o nosso corpo.

Quando nós temos "aquela figura feminina" falando ao Francisco (corpo mental), à Jacinta (corpo astral) e à Lúcia (corpo físico), temos a Mãe dizendo aos 3 corpos da personalidade: "virem-se para Deus" - Conversão. É como se

Ela disse: "ponham a consciência neste ângulo de forma que eu possa trabalhar os vossos corpos e aliviar todas as vossas cargas".

Portanto temos essa consciência do plano intuitivo superior, "Maria", - Ela está bem para além do plano intuitivo, mas Ela representa, neste momento a membrana de Lys (estimulação da membrana intuitiva da Humanidade - ligação entre a personalidade e o ser interno - a zona de transferência). E Ela diz: "a partir daqui vocês não podem fazer mais nada do que se virar para o Alto e orar e deixem o resto comigo".

Os 2 circuitos de que falamos estão relacionados com 2 triângulos:

Um é composto por Miz Tli Tlan, que é a lente que capta a vibração divina para este planeta. Miz Tli Tlan é como uma imensa parabólica dourada (o disco dourado dos Incas pode ser considerado um objecto que concentra a função MTT ) é uma alegoria) cuja radiação penetra no espaço cósmico profundo até Orion. É de Orion que Miz Tli Tlan recebe os disparos de luz (informação divina) é a função mais sublime deste planeta. Ele está numa frequência que faz um bypass em relação à zona das hierarquias caídas. Esta zona localiza-se na região da Ursa Maior, é aí que estão estacionados os centros de distorção de força que aprisionam a Humanidade nas leis do carma, da reencarnação, da morte, do medo, da mentira.

A corrente divina vem de Orion e quando entra em regiões cada vez mais concretas da Criação, os raios são distorcidos e eles retiram a inteligência divina superior e guardam a força - porque um raio tem 2 aspectos: energia e força - e esta força usam-na para criar falsos ídolos na Terra. Falsos ídolos podem ser iguais a verdadeiros ídolos, depende da energia que irradia, de como tu as utilizas ou como és ensinado a utilizar.

Esse Ser feminino, anunciando-se a essas 3 crianças (representativas do físico, do emocional e do mental) está a ajudar a humanidade dizendo: "fundam-se, unam-se e adorem".

Adorar é a função mais essencial dos próximos tempos. Sem Adoração não há transmutação da força. Quando emanamos luz e vem uma onda de retorno da parte da pessoa que recebeu essa luz, se não adoramos não temos para quem canalizar essa luz. A luz em vez de desaparecer no vórtex do coração e no centro da pineal, como isso não está a ser estimulado, a luz começa a fixar-se no plexo solar. Tu começas a ser um trabalhador da luz com um plexo solar cada vez maior, como a história do sapo que queria ser como o boi.

ATENÇÃO! Porque tu vais ser investido com muita energia de retorno da parte das pessoas a que te compete servir e se tu tens Adoração e Amor, tu não tens diafragma para enviar a luz que os outros te passam e fica retida no plexo solar e, indirectamente, começa a estimular o próprio ego.

Para que o indivíduo possa dar e receber a luz completa ele necessita de Adorar.

Nós não temos prática de adoração sem ídolo. O Foco, a reunião de todas as energias da consciência em torno do único ponto no centro do ser e, no secreto, elevá-lo ao Pai e Adorar, não está estimulado na maior parte dos servidores e Eles não podem amplificar a tua voltagem se não tens fusível de retorno.

É fundamental, à medida que nos aproximamos dos postos de serviço, praticar a Adoração. Não se trata de saber transmutar o mal, nesta fase trata-se de ancorar o bem, a luz, o Cristo e a Verdade no grau que te está destinado, deixar que isso se liberte de ti e se irradie à tua volta e permanecer igual a ti mesmo em todas as circunstâncias. Esta transmutação do bem só se faz com a Adoração.

Miz Tli Tlan capta essa energia cósmica superior e faz um circuito alternativo que não é apanhado pelas hierarquias caídas. Isso faz triângulo com Lys e Iberah. O outro triângulo é entre Aurora, Lys e Iberah.

Miz Tli Tlan faz chover para dentro do espelho de Lys a vibração dos Arquétipos, ou seja, o propósito original fiel à vontade do Pai sem nenhum desvio de nenhum nível. Miz Tli Tlan contém a mais alta concentração de resposta ao Divino que se encontra na Terra. É como se tivéssemos um sino dourado com o diâmetro de Lys inteira. Experimentem tocá-lo! O mais real é, quando tu focas o que sai é silêncio e quanto mais profundo é o vácuo e o silêncio mais o que passa de Miz Tli Tlan para baixo se transforma em som, mas, no seu próprio plano, é silêncio profundo.

Miz - significa "sábio". Ti Tlan - significa "cidade" "Cidade dos Homens Sábios" ou "Vaso da Sabedoria". Como Tenoch Ti Tlan - "Cidade de Enoch".

Este Centro irradia o código perfeito para a Terra, para Lys/Fátima, que, por sua vez, transforma essa instrução superior em moldes. Isto é, antes de haver uma folha de castanheiro, há uma sequência de desdobramento das mitoses que fornecem a diferenciação celular que constrói - o molde está lá.

Então, Miz Tli Tlan emana os arquétipos e Lys gera os moldes, os envelopes electromagnéticos que estabilizarão o plasma da vida em forma, reino e veículos. Esta não é a única função de Lys.

A Virgem está associada a Lys porque a Virgem é a perfeita forma da personalidade. Virgem é o que acontece após a 3ª iniciação, dá-se uma transfiguração e a personalidade é despida da matriz de controle e nesse momento tu reflectes o Divino sem distorção - tu és Virgem.

Esta é a função de Lys e estes moldes são levados a Iberah (Centro que lida com a energia sexual planetária) composto por hierarquias que parecem guerreiros, indígenas, trabalham com bastões de energia Vrill que conduzem força cósmica - é um centro masculino e lida com o verter do plasma da Vida dentro dos moldes, ou seja, Lys fornece suportes, moldes, desenhos e Iberah fornece o elemental que vai habitar aqueles moldes.
Iberah é o forno e lida com o derreter do ferro e portanto com o retorno de tudo ao nível elemental, lida com a reciclagem total das forças e das energias que em tempos foram uma forma - o habitante da forma foi para um plano superior e depois dá-se uma desagregação, uma decomposição daquela forma e ficam os elementos, os níveis atómicos.

Iberah é uma gigantesca antena que está situada no interior profundo da América do Sul. De vibração vermelho incandescente capta toda a força elemental da Terra, recicla-a, fá-la retornar ao estágio mais puro possível e volta a vertê-la em novos moldes.

Portanto, temos:

Miz Ti Tlan - andrógino - gerando arquétipos;
Lys - feminino - gerando moldes, matrizes;
Iberah - masculino - vertendo plasma de vida nesses moldes.

Isto é feito constantemente a nível global. Na formação do desenvolvimento do feto temos bem compactado o processo Miz Tli Tlan/Lys/Iberah.

Iberah lida com a energia sexual do planeta e com o poder de materializar. É o Centro mais potente deste planeta. Lida com frequências muito mais próximas da matéria, enquanto que Miz Tli Tlan lida com a Frequencia Arquetipica Cósmica e com a elevação da Terra ao Divino. Do ponto de vista cósmico divino, todos os centros intraterrenos são um só.

A energia de Iberah é tão potente que alguns magos aprenderam a desviá-la.

Se o Tantra da mão esquerda - sexual/físico - foi desautorizado pela Hierarquia, o Tantra da mão direita - o mantra, o yantra, o desenho, o hieróglifo sagrado, o ritual que vem do profundo do ser - tudo isso é Tantra. Sempre que dois triângulos tiverem que se ligar é tantra, e isso é estimulado por Iberah porque certos sons, certas formas geométricas alteram a vibração da matéria, tudo isto é tantra.

Sempre que temos a forma associada a uma função espiritual estamos em tantra. Tantra é uma realidade muito abrangente que relaciona forma com uma função divina. Lys capta a vontade do Pai, gera moldes que depois são preenchidos por esses varões de energia Vrill - elementais.

A forma pulsa, tem calor. A função de Lys é a geração de moldes para a vida.

O outro triângulo tem a ver com a cura cósmica - Aurora/Lys/Iberah.

Depois de Iberah ter preenchido os moldes com a forma e a forma estar viva (toda a vida, uma criança, uma borboleta, a consciência em evolução, a evolução do sentimento, etc.), isto fica vibrando entre Lys e Iberah. Como nós estamos submetidos a uma matriz que distorce o Divino, Aurora, constantemente, ajusta a forma de novo ao molde.
Aurora, que trabalha com energia violeta, é uma embaixada de Andrómeda na Terra. O poder de Aurora - 1º e 6º Raios - é de curar a vida, de A replasmar nos moldes.

É como se tivéssemos uma sacerdotisa que segura o molde num lado do triângulo e tem um sacerdote ígneo, com bastão de fogo a injectar o elemento primordial no interior do molde de forma que a Vida seja. E Aurora, em cima, é como um curador cósmico que verifica ao longo do processo daquela vida, naquela forma, as distorções, e quando a distorção atinge um certo nível, ajusta amorosamente de novo a vida e a forma ao molde.

Aurora rege o plano emocional da Terra. Isto significa que a maior possibilidade de distorção deste planeta é feito pelo corpo emocional.

Estes centros estão muito ligados à Mãe do Mundo, ao poder
da cura, ao fim do carma, à libertação do ser e à reunião do ser ao seu grupo cósmico.

E é assim que a Presença da Shekinah, e a manifestação da SuperVida na Terra está sendo preparada, com a emergência destas imensas centrais de Cura Global síncronizada com a nossa abertura e abandono aos níveis divinos de nosso próprio Ser.

OS OUTROS ANDARES DO PRÉDIO! - II

" - Chamando torre. Temos uma emergência. Parece que estamos fora do curso. Não conseguimos ver a terra. Repito: não conseguimos ver terra.

- Qual é a sua posição?

- Não temos certeza quanto à nossa posição. Não temos certeza de onde nos encontramos. Parece que estamos perdidos!

- Manobre para a direção Oeste.

- Não sabemos para que lado fica o Oeste. Tudo está errado.... Estranho. Não temos certeza de nenhuma direção. Até o oceano tem alguma coisa diferente do normal....."

(Desesperado diálogo entre a Torre de controle e o Tenente Charles Taylor, comandante do Vôo 19 da USAF no qual, em 5 de dezembro de 1945, toda uma esquadrilha composta por 6 aeronaves militares desapareceu misteriosamente juntamente com todos os seus tripulantes na região do Triângulo das Bermudas)

Essas coisas muito estranhas ainda continuam a acontecer por lá. Mas, só oficialmente, ninguém quer dar o braço a torcer. A Guarda Costeira Americana, a Marinha, a Força Aérea dos EUA, como também alguns cientistas, dizem que "tudo não passa de lendas ou superstições" - muito embora esses bizarros fenômenos tenham por diversas vezes atacado as suas próprias unidades e até mesmo sumido com algumas delas. Isso sem contar os UFOs que de vez em quando as sobrevoam sem a menor das cerimônias. E mesmo a NASA anda bisbilhotando com muita avidez essa região fatídica, através de um certo projeto denominado GOES. Na foto acima, o tal projeto fotografou do espaço sideral a região do Mar dos Sargaços iluminada pela luz solar. Caberia a pergunta: - POR QUE tal interesse exatamente nessa área se tudo aquilo que acontece ali seriam "meras superstições"?

Talvez o interesse seja pela "Matéria Exótica". É aquilo que a Ciência de Vanguarda descobriu e está tentando estudar, existente em meio aos chamados "Wormholes" - um curioso fenômeno existente no espaço sideral (e ao que tudo indica também aqui na Terra), teoricamente através do qual se torna possível viajar no tempo, no espaço, como também atingir OUTRAS DIMENSÕES DESCONHECIDAS. O próprio Einstein já antevira a existência dessa fantástica possibilidade para se viajar no tempo e atualmente os cientistas já trabalham secretamente na elaboração de um "Stargate" artificial que permita a consecução desse fantástico objetivo. Apenas uma questão de tempo para conseguirem...... Isso se é que já não o conseguiram!

Essa recente e sensacional fotografia foi obtida por um jovem norte-americano e nos mostra um espantoso e além de tudo inusitado fenômeno celeste - possivelmente uma "janela dimensional", algo assim como um "Stargate" advindo de algures e flagrado quando se abria para o nosso tempo e a nossa dimensão!

Tudo, porém, faz sentido! Segundo os relatos daqueles poucos que tiveram a sorte de escapar, da região em que se convencionou chamar de "O Triângulo das Bermudas" (ou ainda "O Triângulo do Diabo"), aviões e até mesmo os grandes navios são capturados em meio a certos "funis espiralados" recobertos por uma espécie de nevoeiro esverdeado, no interior do qual as bússolas, rádios de comunicação, compassos, altímetros e demais instrumentos de navegação simplesmente deixam de funcionar ou então enlouquecem ficando posteriormente danificados. Nessas ocasiões, estranhamente, o tempo parece parar e até mesmo a gravidade desaparece. São muitos os registros de aeronaves que ficam desaparecidas dos radares e das torrres de controle por durante vários minutos, ao passo que para os seus tripulantes o tempo tenha decorrido normalmente!

De fato, parece que existem mesmo certas "janelas", ou portais dimensionais, através dos quais certas coisas bastante estranhas penetram na nossa muito limitada dimensão tridimensional de tempo e de espaço. A espantosa foto acima reflete uma experiência de fotografia interdimensional em uma área repleta de Orbs, ou então de um tipo de saturação eletromagnética, cujas ampliações de certos detalhes (vistos na parte superior direita) nos mostram a presença de duas bizarras criaturas vindas sabe-se lá de onde! (FOTO: © Justin Schneiderman)

Eis aqui uma ampliação dos detalhes das estranhas criaturas interdimensionais......

..... Bem como os seus correspondentes negativos para sua melhor visualização. Simplesmente espantoso, não?

E então, muito possivelmente, seres extraterrestres ou interdimensionais como esses possam ter vindo ao nosso mundo em tempos muito recuados, sendo adorados como deuses em razão da sua fantástica tecnologia, a qual não conhece o tempo e despreza as distâncias do próprio espaço. (FOTO: Aly-abbara)

Antigas civilizações povoaram a face de Terra em tempos esquecidos e muito distantes. E quanto a isso já não temos a menor dúvida. Nesse particular, o fundo dos oceanos certamente ainda nos revelará muitas e muitas surpresas. Na foto, portentosas edificações submersas em Okinawa, Japão - possivelmente ruínas da perdida Lemúria, um continente contemporâneo da Atlântida, por sua vez no Pacífico, e segundo as Tradições também tragado pelo mar através de um grande cataclismo. (FOTO: © Santha Faiia)

As estranhas ruínas de Okinawa descortinam uma nova visão da Arqueologia, uma vez que provam de maneira conclusiva que foram obras de uma civilização muito evoluída, além de altamente tecnológica e inteiramente desconhecida! (FOTO: © Santha Faiia)

Os fundos dos mares e por vezes até mesmo os dos nossos lagos revelam as mais intrigantes surpresas - tudo, como sempre, vestígios de perdidas culturas do passado. Dizia-se que no fundo do Lago Michigan, EUA, existiria um "monstro". Bem recentemente resolveram tirar essa história a limpo e ao invés de um típico "monstro" pré-histórico ainda vivo o que se encontrou foi UMA ESTRUTURA ARTIFICIAL DESCONHECIDA submersa nas profundas águas daquele lago!!! Essa coisa tem o tamanho de um ônibus e o formato de um zepelin. Quando questionado sobre a origem do objeto, Sam Frank, membro da Underwater Archaeological Society of Chicago simplesmente declarou que nada tem a dizer a respeito e que até mesmo gostaria que alguém lhe explicasse o quê exatamente seria aquilo que repousa no fundo do Lago Michigan! (FONTE: CNN, FOTO: UFLD)

Curiosas estátuas pétreas situadas na Ilha da Madeira, retratando bizarras criaturas. Essas silenciosas mensagens do passado estão presentes tanto nos fundos dos mares quanto nas nossas mais altas e isoladas montanhas. Não há mesmo mais o que se discutir ou negar. E só não enxerga essas gritantes evidências quem se finge de bobo ou então não deseja mesmo ver. E além de tudo há um liame, um ponto em comum, bem interessante nisso tudo: a sempre insistente presença dos UFOs rondando esses intrigantes vestígios do passado!

TUDO faz sentido, tudo faz com que as peças de um grande e estonteante quebra-cabeças já se encaixem de maneira lógica e surpreendente! Por todas as partes deste nosso pequeno planeta as Tradições sempre se tornam altamente coincidentes, altamente reveladoras. E tudo perfeitamente se encaixa dentro desse alucinante festival de mosaicos esparsos porém extremamente associados entre si. As estranhas estátuas da Ilha de Páscoa, denominada Moais, retratam um passado misterioso e ligado a uns certos "homens-pássaros", ou AKU-AKU. E não somente lá, como também em todas as ilhas do Oceano Pacífico, você sabe como são chamados pelos nativos certos objetos voadores muito luminosos e discóides (para nós o que chamamos de UFOs), que freqüentemente por lá percorrem o céu? AKU-ATELE! Um nome bastante sugestivo cuja tradução literalmente significa..... "ESPÍRITOS VOADORES"!