quinta-feira, 17 de julho de 2014
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sábado, 30 de julho de 2011
Os segredos dos templários que Tomar desvenda
Por António Marujo
Fonte - http://fugas.publico.pt/Viagens/288451_os-segredos-dos-templarios-que-tomar-desvenda?pagina=-1
Esta sala é quase secreta. Tem que se ir buscar a chave, descer umas escadas meio escondidas e entrar numa ligeira penumbra que só a iluminação artificial pode quebrar. Ao fundo, abre-se um vão sobre a mata. Por ali sairiam cavaleiros, à procura de encontros secretos, lugares de fuga ou cerimónias ocultas. Para aceder à adega - seria aqui a adega do Convento de Cristo, em Tomar - descem-se sete degraus. Número mítico, símbolo da perfeição na linguagem bíblica. São degraus fora da proporção, que vão aumentando de altura de baixo para cima.
Também no tecto se podem ver símbolos relacionados com a figura da mãe de Jesus: rosas, conchas - antes de ser símbolo de Compostela, a concha era já símbolo de Nossa Senhora - remetem para Maria de Nazaré como vaso de vida, explica o arquitecto Álvaro José Barbosa, exdirector e actual conservador do Convento de Cristo.
Não se sabe a razão de, numa adega, encontrarmos esta decoração - que se repete na cozinha. Certo é que Nossa Senhora da Conceição foi invocada como padroeira da Ordem de Cristo quando, há sete séculos, esta herdou os membros e património dos Templários em Portugal.
A adega - que para alguns era, antes, uma sala de iniciação aos segredos templários - levava ao lado de fora. Ali estava a cerca do convento e a floresta, que já foi "tão densa" que estava vedada "não só aos olhos da vista mas também do espírito", como escrevia Fernão Álvares do Oriente na novela Lusitânia Transformada.
A Mata dos Sete Montes (que está a sofrer pequenas obras de beneficiação para reabrir a tempo da Festa dos Tabuleiros, no início de Julho) era o espaço rústico do convento, explica Álvaro Barbosa. Ali, os monges podiam isolar-se e o boticário podia também ir procurar as plantas para as mezinhas e outros remédios.
Voltamos a encontrar decoração noutro lugar simples como a cozinha. Flores, cálices, cruzes... "O símbolo destinava-se a exprimir conceitos", diz o ex-director do Convento. Provavelmente, acrescenta, seria um modo de levar os monges a recordar em permanência as razões da sua vida naquele lugar. Mas não há certezas. Sabe-se, no entanto, que o complexo constituído pelo Convento de Cristo e pelo Castelo de Tomar, incluindo a Mata dos Sete Montes, está ligado intimamente à História de Portugal.
Essa relação é dominada pela forte presença templária, já que os cavaleiros da Ordem do Templo são chamados a repovoar o território depois da sua conquista aos reinos muçulmanos. Gualdim Pais, mestre da ordem, é o promotor da construção do castelo de Tomar, em 1160. Mas também Almourol, Pombal, Atalaia, Langalhão, Dornes ou Cardiga são entregues aos templários.
Mais tarde, os templários dão lugar, em Portugal, à Ordem de Cristo, em 1319. E, um século depois, o seu grão-mestre será o Infante Dom Henrique, primeiro não-clérigo no cargo, que traz para a antiga casa militar do castelo, entretanto transformada em convento, um grupo de frades orantes. Mais 100 anos e o rei Dom Manuel faz do paço a sua residência favorita, promove o seu alargamento e manda fazer um corpo de igreja com coro alto e pintar a charola, além de outras obras. Com a rainha Catarina, mulher de Dom João III, o edifício torna-se palácio real.
Pedras mágicas
Da memória dos tempos vêm outros sinais, como uma pedra romana que indicia a presença remota no lugar. Ou, mais junto do rio Nabão e ainda perto da roda hidráulica, no centro da cidade, a escultura que representa Santa Iria - na lenda que vem do tempo da evangelização dos visigodos pelos beneditinos, a monja teria sido atirada ao rio por um príncipe apaixonado e não desejado. O seu corpo teria ido depois parar a Santarém, onde o rio se abriu para deixar ver a urna.
Pedras mágicas no convento são as da janela do capítulo, com quatro metros de altura. Estava incorporada na nave que Dom Manuel mandou fazer para ampliar a igreja templária, depois do descobrimento do caminho marítimo para a Índia, explica Álvaro Barbosa. Mais próxima de nós, hoje, do que a sua altura inicial (o claustro de onde a podemos olhar é posterior), traduz uma profusão de símbolos. Com o mar omnipresente, tendo em conta os Descobrimentos.
A janela é toda uma lição de simbologia. A coluna, cujo fuste faz a analogia ao tronco da árvore, remete para a simbologia bíblica da profecia do livro de Isaías, que no cristianismo é lida como antecipação do nascimento de Cristo: "Brotará um rebento do tronco de Jessé". Mas também ali se representam as armas dos reis portugueses (há uma fivela de cinto, como sinal da entronização real) e elementos de flora, de onde sobressaem as alcachofras e os ramos de vime.
Triste é ver a janela a ser comida por líquenes invasivos. Só terão aparecido depois da plantação de coníferas na Mata dos Sete Montes, diz Álvaro Barbosa. Procurava-se imitar as matas de Sintra que, por sua vez, reproduziam as florestas alemãs. Mas Tomar não é Sintra e o efeito foi encher de líquenes as pedras do convento.
De lado, numa das torres, nota-se já o efeito da limpeza: aplicaram-se pachos biológicos com nutrientes que promovem a emigração dos líquenes da pedra para uma calda biológica. A diferença é notória: a pedra foi devolvida à sua beleza na torre já limpa, continua sujeita à patine do tempo na janela e em grande parte das paredes do edifício. Os mais distraídos podem não reparar que há uma outra janela semelhante. Inicialmente, havia três: uma a Ocidente (a actual) e duas a Sul, uma das quais foi entaipada. A que ainda está visível está junto da charola, num dos corredores da casa do capítulo. Vê-se de cima para baixo.
Chegamos ao outro lugar encantado deste convento, a charola. Conta a lenda que os templários entravam montados nos seus cavalos pelo deambulatório. O responsável do convento diz que é impossível confirmar tal versão - provavelmente apenas uma lenda. Verdade é que, em 1640, vários conjurados foram ali sagrados cavaleiros, para lutar contra a ocupação filipina. Tomar sempre no centro da história.
"A mística do espaço tem a ver com a memória trazida do Oriente", diz Álvaro Barbosa. A igreja conventual era a de Santa Maria dos Olivais. A igreja da charola, do convento, era dedicada às cerimónias iniciáticas, aprendidas com os cristãos da Síria e os ortodoxos. Colocada no cimo do monte, a charola era a parte mais elevada do lugar.
"É um dos símbolos da mística fundadora de Portugal", diz o conservador do convento. Os edifícios de planta circular são trazidos para Ocidente depois da tomada de Jerusalém pelos cruzados e pelos templários. Na Cidade Santa, havia um templo circular à volta do Santo Sepulcro.
A charola alude, aliás, à morte e ressurreição de Jesus: estão ali representados os instrumentos da paixão e, na nave manuelina, a ressurreição - explica ainda Álvaro Barbosa. "O rei Dom Manuel nunca perdeu a ideia fundiária do espaço: imitar o lugar onde se deu a ressurreição de Cristo." A representação pictórica traduz também esse simbolismo, através de cenas e imagens ligados à vida de Cristo. No tambor central, uma coroa de espinhos esculpida circunda o anagrama de Cristo. Está, no entanto, escondida, mal se vê de baixo.
Do Paraíso ao inferno
Menos escondida, agora, está a Sinagoga de Tomar, depois de séculos destinada a outros fins. Está na Rua Dr. Joaquim Jacinto, antiga Rua Nova ou Rua da Judiaria. Hoje, o edifício de planta quadrangular é quase só um espaço de memória, a aguardar obras de recuperação.
Durante o seu consulado como grão-mestre da Ordem de Cristo e governador de Tomar, o Infante Dom Henrique chamou judeus para povoar a cidade e dinamizar a economia local. Deu-lhes um bairro e o direito a construir a sinagoga. Edificado entre 1430 e 1460, o lugar de oração seria desactivado décadas depois, após a expulsão dos judeus de Portugal - a Sefarad do judaísmo. Transformada em cadeia, capela e casa térrea, seria classificada como monumento nacional em 1921 e comprada, em 1923, por Samuel Schwarz, polaco e engenheiro de minas a trabalhar em Portugal, que estudou a comunidade de judeus escondidos de Belmonte. Em 1939, Schwarz doou a sinagoga ao Estado, mas para que nela fosse instalado um museu luso-hebraico.
Atravessando duas ruas, vamos descansar no Paraíso. O café completou um século a 20 de Maio. Situado na Rua Serpa Pinto (antiga Rua da Corredoura), é propriedade de Alexandra Vasconcelos, que o herdou dos pais, depois do avô e de um tio-bisavô. Um trocadilho local diz que, de manhã, o café é o paraíso, à tarde o purgatório e, à noite, o inferno. Alusão ao público predominante que o frequenta: reformados pela manhã e, progressivamente, um público cada vez mais jovem. Já mal se usam cafés assim: não há inox em sítio nenhum. Apenas madeira e ferro, espelhos, mesas em mármore, colunas e um pé direito altíssimo. Numa das paredes, recortes vários a falar do Paraíso. No tecto, duas ventoinhas. O conjunto tem, apesar da patine do tempo, um encanto especial.
Por aqui passa meia Tomar e Umberto Eco, o autor de "O Nome da Rosa", ia escrever numa das mesas, quando esteve na cidade há uns 15 anos. Com uma fachada em vidro (que transformou a fachada anterior, de quatro pórticos), o melhor do Paraíso, segundo a sua proprietária, é o facto de ser um espaço "arejado e ter um pé direito maravilhoso". "Intemporal."
Um tríptico escondido
Voltemos aos segredos que Tomar esconde. Por exemplo, o tríptico de origem flamenga, do século XVI, que está no baptistério da igreja de São João Baptista, logo à esquerda quando se entra. Tem que se pedir ao sacristão da igreja que faça o favor de abrir a porta do baptistério. Só assim se pode apreciar a obra - não haverá maneira de proteger o quadro sem ter que o esconder? Representando cenas da vida de Jesus - o baptismo no centro, as bodas de Caná e as tentações, além de São João e Santo André nas portas -, a obra é de uma delicadeza ímpar.
Há nesta igreja ainda outras sete telas a justificar a visita. São todas de Gregório Lopes, um dos nomes mais destacados do Renascimento português. Do lado direito, estão A Degolação de João Baptista, a Apresentação da Cabeça de João Baptista, Abraão e Melquisedeque, a Apanha do Maná, a Última Ceia e a Missa de S. Gregório. Na parede defronte, vemos uma Visitação. Gregório Lopes tem obra distribuída por Setúbal, Madeira e Tomar (há pinturas suas também no Convento de Cristo). Em Tomar, além de podermos pousar o olhar de cada vez que passamos junto do Nabão, ainda é possível dar um salto à ermida de Santa Iria. Destaca-se aqui um retábulo em calcário representando a paixão de Cristo, com a curiosidade de a cruz ser em T, ou Tau, representação iconográfica invulgar. Ou à igreja de Santa Maria dos Olivais, onde os templários eram armados cavaleiros.
Subindo de novo para as bandas do castelo e do Convento de Cristo, encontramos a ermida da Senhora da Conceição. Há quem diga que foi construída para capela funerária de D. João III. Álvaro Barbosa diz que isso não é verdade: "Não tem dimensão para ser mausoléu", assegura, foi mesmo edificada como espaço de culto.
Aviso aos visitantes: até Novembro, os acessos de automóvel ao convento e ao castelo estão condicionados por causa de obras de requalificação.
Densos mistérios
Saindo de Tomar, é obrigatório ver, ainda nas imediações da cidade, o monumental aqueduto de Pegões. Era por aqui que o convento se abastecia de água. O facto de atravessar vales acentuados confere ao monumento um carácter impressionante, em alguns pontos dos seus sete quilómetros de extensão. No vale de Pegões, a parte mais comovente do percurso, o aqueduto desenha uma curva, num pórtico com 58 arcos de volta inteira e 16 arcos quebrados. Uma obra a pedir reabilitação, de modo a que se possa passear pelo aqueduto.
Mais longe, espera-nos a torre templária de Dornes, a uma meia hora da cidade. Uma vez mais, estamos perante um monumento único. E, também aqui, fechado a visitas, neste caso pelo mau estado da escada de acesso. Uma pequena obra e uma bilheteira permitiriam dar outra visibilidade a esta construção, transformada no tempo de Dom Manuel em torre sineira da igreja matriz, situada ao lado.
A igreja terá sido fundada pela Rainha Santa Isabel e nela se pode ver uma assombrosa Pietá em pedra, do século XVI. Os 42 círios de Dornes, representando outras tantas povoações vizinhas, estão guardados na sacristia: saem em procissão desde segunda-feira de Páscoa até ao terceiro domingo de Setembro. Já houve alturas em que a rivalidade entre aldeias foi pretexto para ameaças de tiroteio. Construída sobranceira à albufeira, numa das curvas do Zêzere, o edifício é de planta pentagonal e teria servido como torre-atalaia dos templários. O mistério adensa-se pela serenidade conferida ao lugar pela confluência do rio, da torre, dos montes e vales em redor.
Há por aqui segredos que o tempo não desvendará nunca.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Nassim Haramein
De seguida deixo umas frases para aplicarem no vosso dia-a-dia juntamente com 1 vídeo maravilhoso que nos faz reflectir sobre a nossa existência.
No final do post têm um vídeo de Nassim, um físico brilhante e maravilhoso (sou fã)!
Infelizmente os vídeos ainda não estão todos legendados, mas o inglês dele entende-se bem!
Apenas coloquei 1, os restantes estão no youtube.
- Mesmo que eu tenha perdido tanto tempo, eu me aceito profunda e completamente
- Mesmo que eu me sinta um idiota por ter permitido que isso ocorresse, eu me aceito...
- Mesmo que eu sinta raiva de mim mesmo, eu me aceito...
- Mesmo que eu não conseguisse na é época enxergar o que enxergo hoje, eu me aceito...
- Mesmo que eu me sinta frustrado por ter deixado de aproveitar a vida, eu me aceito...
- Mesmo que seja doloroso admitir que eu tive responsabilidade nesse processo, eu me aceito..
Nassim Haramein 35: O Segundo Sol, 2012, a farsa do aquecimento global
Nassim Haramein
Nassim Haramein é um investigador brilhante que me deixou perplexo com a quantidade de informação cientifica que consegue cruzar. Para quem já contactou com conceitos de física moderna, Nassim Haramein leva-nos um pouco mais adiante em temas como: buracos negros, expansão/contracção simultâneas, geometria sagrada, vacum, cropcircles, pirâmides, dimensões, paradigmas das leis quânticas e newtonianas, espirais e muito mais nesta palestra de oito horas. Tudo de um ponto de vista cientifico.
Nassim Haramein é um físico nascido na Suíça que dedicou toda a sua vida em pesquisas e pensamentos no campo da física quântica e teorias sobre o hiperesaço, espaço de uma maneira não muito convencional mas profundamente esclarecedora trazendo novas e corajosas discussões e revelaçoes nesse campo e relacionando elas à nossa realidade, à nossa existência e ao conhecimento das civilizações antigas.
http://theresonanceproject.org/
domingo, 8 de novembro de 2009
Vários Textos
A Hybrid é uma empresa dedicada à elaboração de imagem médica e científica. Deste modelos a três dimensões até animações de procedimentos cirúrgicos e actuação de novas drogas, combinam a larga experiência na área da medicina com criatividade e competência artística.
Vale apena uma visita ao site para ver uma fantástica animação de um coração em plena acção, onde é visível o fluxo sanguíneo a sua estrutura interna, o sistema de válvulas e muitos outros detalhes impressionantes. É impressionante observar os detalhes do nosso próprio corpo.
http://www.hybridmedicalanimation.com/anim_heart.html
GLÓRIA LOPES
foto Glória Lopes/JN

Axel Andree vice debaixo de um oleado e alimenta-se, essencialmente, de frutos secos que colhe na floresta
Axel Andree partiu, a pé, da Alemanha, em Abril, e instalou-se no Montesinho há cerca de um mês.
Um ex-estudante de Medicina alemão vive como ermita em pleno Parque de Montesinho, Bragança, para estar em comunhão "com a natureza". Axel Andree, 43 anos, instalou-se numa clareira de carvalhos e chegou cá a pé, a puxar um carroça.
Axel dorme sob um coberto de oleado, alimenta-se de frutos secos, está a plantar uma horta, e garante que quer ali ficar até morrer. "Posso ficar aqui 20 ou 30 anos", assegurou. Isso porque há muito procurava um lugar calmo e silencioso. "É este, é agradável", justificou. O paraíso que buscava foi encontrá-lo no Montesinho, um sítio que vai de encontro à sua visão ecológica da vida. Não tem luz nem água, vive completamente só, a aldeia mais próxima dista cerca de seis quilómetros.
Chegou ao parque há um mês depois de ter feito uma viagem a pé entre Frankfurt (Alemanha) e Portugal, mais de dois mil quilómetros que lhe levaram cerca de quatro meses a percorrer, transportando os seus pertences numa carroça puxada por ele. "Passei e fiz paragens em França e País Basco. Parti da Alemanha no dia 8 de Abril e cheguei à fronteira portuguesa a 2 ou 3 de Agosto. Depois, encontrei este local, no dia 2 de Setembro, e constatei que era o meu lugar", contou. Entrou em Portugal por Miranda do Douro e ainda esteve algum tempo em Izeda, até descobrir Montesinho.
Axel Andree considera que viver numa floresta "é normal", e explicou que já teve uma experiência semelhante na Alemanha, durante três anos. Para já, diz que vive bem no lugar soalheiro que escolheu, e não teme os rigores do Inverno transmontano, porque está habituado a temperaturas baixas. Apesar de ter estudado Medicina, nunca concluiu o curso, porque simplesmente "não era o seu caminho".
O ermita vive essencialmente dos frutos secos que recolhe, mas também vai às compras a Bragança, duas vezes por semana, a pé, e a viagem demora cerca de duas horas para cada lado.
Axel Andree tem pouco contacto com pessoas, mas não se furta a pequenas conversas com quem encontra no caminho, pois a sua situação a todos intriga, por se tratar de uma vida original, apesar de ele não concordar. Contou, ao JN, que tem os dias muito ocupados e que coisas para fazer não lhe faltam. Além disso, também está a estudar Português pelos próprios meios: "Aprendo passo a passo para conversar com os portugueses". "Estou a plantar uma horta, onde vou plantar nabiças e árvores, e construir uma casa em pedra, por isso, tenho muito trabalho a fazer", explicou.
O ermita do Montesinho explica que este modo de vida "foi uma opção de vida".
A GNR confirmou que não tem problemas com a justiça, apenas tinha um cartão de identificação já caducado, mas ontem procedeu à emissão de um novo via SIREPE.
“Entre a brutalidade para com o animal e a crueldade para com o homem, há uma só diferença: a vítima.”
MEDICINA FAZ MAL À SAÚDE
Por Sérgio Gwercman
"Os médicos estão entre as três maiores causas de morte atualmente"
Um selo colado na testa advertindo sobre os perigos que podem causar à saúde. Se dependesse do inglês Vernon Coleman, esse seria o uniforme ideal dos médicos. Dono de um diploma em medicina e um doutorado em ciências, Coleman abandonou a carreira após dez anos de trabalho para ganhar a vida escrevendo livros com títulos sugestivos do tipo Como Impedir o seu Médico de o Matar.
Autor de 95 livros, o inglês é um auto-intitulado defensor dos direitos dos pacientes. Em seus textos, publicados nos principais jornais do Reino Unido, costuma atacar a indústria farmacêutica – para ele, a grande financiadora da decadência – e, principalmente, os médicos que recusam tratamentos que excluam a utilização de remédios e cirurgias. Dono de opiniões polêmicas, Coleman ainda afirma que 90% das doenças poderiam ser curadas sem a ajuda de qualquer droga e que quanto mais a tecnologia se desenvolve, pior fica a qualidade dos diagnósticos.
Como um médico deve se comportar para oferecer o melhor tratamento possível a seu paciente?
Os médicos deveriam ver seus pacientes como membros da família. Infelizmente, isso não acontece. Eles olham os pacientes e pensam o quão rápido podem se livrar deles, ou como fazer mais dinheiro com aquele caso. Prescrevem remédios desnecessários e fazem cirurgias dispensáveis. Ao lado do câncer e dos problemas de coração, os médicos estão entre os três maiores causadores de mortes atualmente. Os pacientes deveriam aprender a ser céticos com essa profissão. E os governos, obrigá-los a usar um selo na testa dizendo "Atenção: este médico pode fazer mal para sua saúde".
Qual a instrução que pacientes recebem sobre os riscos dos tratamentos?
A maior parte das pessoas desconhece a existência de efeitos colaterais. E grande parte dos médicos não conhece os problemas que os remédios podem causar. Desde os anos 70 eu venho defendendo a introdução de um sistema internacional de monitoramento de medicamentos, para que os médicos sejam informados quando seus companheiros de outros países detectarem problemas. Espantosamente, esse sistema não existe. Se você imagina que, quando uma droga é retirada do mercado em um país, outros tomam ações parecidas, está errado. Um remédio que foi proibido nos Estados Unidos e na França demorou mais de cinco anos para sair de circulação no Reino Unido. Somente quando os pacientes souberem do lado ruim dos remédios é que poderão tomar decisões racionais sobre utilizá-los ou não em seus tratamentos.
Você considera que os médicos são bem informados a respeito dos remédios que receitam a seus pacientes?
A maior parte das informações que eles recebem vem da companhia que vende o produto, que obviamente está interessada em promover virtudes e esconder defeitos. Como resultado dessa ignorância, quatro de cada dez pacientes que recebem uma receita sofrem efeitos colaterais sensíveis, severos ou até letais. Creio que uma das principais razões para a epidemia internacional de doenças induzidas por remédios é a ganância das grandes empresas farmacêuticas. Elas fazem fortunas fabricando e vendendo remédios, com margens de lucro que deixam a indústria bélica internacional parecendo caridade de igreja.
E o que os pacientes deveriam fazer? Enfrentar doenças sem tomar remédios?
É perfeitamente possível vencer problemas de saúde sem utilizar remédios. Cerca de 90% das doenças melhoram sem tratamento, apenas por meio do processo natural de autocura do corpo. Problemas no coração podem ser tratados (não apenas prevenidos) com uma combinação de dieta, exercícios e controle do estresse. São técnicas que precisam do acompanhamento de um médico. Mas não de remédios.
Receber remédios não é o que os pacientes querem quando vão ao médico?
É verdade que muitos pacientes esperam receber medicamentos. Isso acontece porque eles têm falsas idéias sobre a eficiência e a segurança das drogas. É muito mais fácil terminar uma consulta entregando uma receita, mas isso não quer dizer que é a coisa certa a ser feita. Os médicos deveriam educar os pacientes e prescrever medicamentos apenas quando eles são essenciais, úteis e capazes de fazer mais bem do que mal.
Que problemas os remédios causam?
Sonolência, enjôos, dores de cabeça, problemas de pele, indigestão, confusão, alucinações, tremores, desmaios, depressão, chiados no ouvido e disfunções sexuais como frigidez e impotência.
Em um artigo, você cita três greves de médicos (em Israel, em 1973, e na Colômbia e em Los Angeles, em 1976) e diz que elas causaram redução na taxa de mortalidade. Como a ausência de médicos pode diminuir o risco à vida?
Hospitais não são bons lugares para os pacientes. É preciso estar muito saudável para sobreviver a um deles. Se os médicos não matarem o doente com remédios e cirurgias desnecessárias, uma infecção o fará. Sempre que os médicos entram em greve as taxas de mortalidade caem. Isso diz tudo.
Muitas pessoas optam por terapias alternativas. Esse é um bom caminho?
Em diversas partes do mundo, cada vez mais gente procura práticas alternativas em vez de médicos ortodoxos. De certa maneira, isso quer dizer que a medicina alternativa está se tornando a nova ortodoxia. O problema é que, por causa da recusa das autoridades em cooperar com essas técnicas, muitas vezes é possível trabalhar como terapeuta complementar sem ter o treinamento adequado. Medicina alternativa não é necessariamente melhor ou pior que a medicina ortodoxa. O melhor remédio é aquele que funciona para o paciente.
Em um de seus livros, você afirma que a tecnologia piorou a qualidade dos diagnósticos. A lógica não diz que deveria ter acontecido o contrário?
Testes são freqüentemente incorretos, mas os médicos aprenderam a acreditar nas máquinas. Quando eu era um jovem doutor, na década de 70, os médicos mais velhos apostavam na própria intuição. Conheci alguns que não sabiam nada sobre exames laboratoriais ou aparelhos de raio X e mesmo assim faziam diagnósticos perfeitos. Hoje, os médicos se baseiam em máquinas e testes sofisticados e cometem muito mais erros que antigamente.
Você faz ferrenha oposição aos testes médicos realizados com animais em laboratórios. De que outra maneira novas drogas poderiam ser desenvolvidas?
Faz muito mais sentido testar novas drogas em pedaços de tecidos humanos que num rato. Os resultados são mais confiáveis. Mas a indústria não gosta desses testes porque muitos medicamentos potencialmente perigosos para o homem seriam jogados fora e nunca poderiam ser comercializados. Qual o sentido de testar em animais? Existe uma lista de produtos que causam câncer nos bichos, mas são vendidos normalmente para o uso humano. Só as empresas farmacêuticas ganham com um sistema como esse.
O que você faz para cuidar da saúde?
Eu raramente tomo remédios. Para me manter saudável, evito comer carne, não fumo, tento não ficar acima do peso e faço exercícios físicos leves. Para proteger minha pressão, desligo a televisão quando médicos aparecem na tela apresentando uma nova e maravilhosa droga contra depressão, câncer ou artrite que tem cura garantida, é absolutamente segura e não tem efeitos colaterais.
Copyright © Abril S.A. Superinteressante - fevereiro 2004

UM PEQUENO ENSINAMENTO DE RAMTHA QUE VIROU SUCESSO.
O texto a seguir foi extraído do DVD Ramtha: Create Your Day - An Invitation to Open Your Mind.
"Voce ja deve ter pensado que assim que voce acorda voce nao sabe quem é; e voce desperta e nao sabe quem voce é.
Voce ja percebeu como olha em torno do seu quarto para se orientar, e o que é mesmo surpreendenteé quando voce ve as pessoas
a seu lado e por um segundo nao sabe quem ela é? Eu acho que voce deveria pensar muito nisso. Nós passamos os primeiros
momentos antes de sair da cama nos orientando, fazendo uma ligação com uma identidade que por um instante nem nós mesmos
tinhamos, e a identidade é aquela [coisa] que começamos a formar quando olhamos para para a pessoa ao nosso lado. Entao
levantamos, começamos a coçar nossos corpos (...), então ficamos de pé e vamos ao banheiro e no caminho olhamos para nós mesmos.
Porque fazemos isso? Porque estamos tentando lembrar quem somos. Ainda é um misterio.
Mas se voce precisa se lembrar de quem é e dos parametros de sua aceitaçao e do muro de sua duvida, se tem de passar por esse ritual
todo santo dia, qual a chance de seu dia ser especial? (...) Mas, e se (...) antes de tentar lembrar quem é, voce se lembrasse do que voce
quer ser, e talvez isso viesse imediatamente antes de ver seu conjuge, de se tocar, de sair da cama, de assustar o gato e de se olhar no espelho.
Antes de fazer tudo isso voce se lembrou de algo:'Antes que eu me ligue no ritual da minha rede neural, vou criar um dia surpreendente, que vou
acrescentar á minha rede neural, que vai acrescentar experiancia à minha vida', e voce cria seu dia. Aquele momento em que voce ainda nao é
quem voce é, esse é o momento sublime (...) Naquele momento voce ve o extraordinario, voce pode esperar aceitar o incomum, voce pode
aceitar um aumento de salario hoje. se voce tornar voce mesmo sua expectativa de um salario diminui muito. Nós dois sabemos disso.
Mas nesse estado de inconclusividade sobre sua identidade, voce pode criar qualquer coisa.
Assim eu digo a meus alunos: antes de se levantar e lembrar que voce é, crie seu dia. Depois de voce criar seu dia, sua rotina vai mudar.
Vai ser uma pessoa ligeiramente diferente olhando para o vaso sanitário, olhando-se no espelho. Vai haver alguma coisa diferente em voce,
e isso vai ser maravilhoso."
[TEXTO RETIRADO DO LIVRO "QUEM SOMOS NÓS?", PG 116]
Para os puros, todas as coisas são puras,
mas nada é puro para os contaminados e infiéis;
deles, até a mente e a consciencia estão contaminadas.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
"A Humanidade se aproxima de uma curva na estrada da História, e quando se alcança uma curva os pneus guincham"
(Padre Salvador Freixedo)
http://www.dominiosfantasticos.xpg.com.br/id521.htm
O Padre espanhol Salvador Freixedo - considerado "O Jesuíta Rebelde" e certamente uma grande fonte de dor de cabeça para as autoridades da Igreja Católica - é um dos grandes estudiosos do fenômeno OVNI, sendo também o consagrado autor de vários livros sobre o assunto. O Padre Freixedo, no que aliás faz muito bem, não tem "papas na língua".....
Pois segundo pensa o Padre Freixedo, os UFOs parecem ser originários de certas zonas dotadas de falhas magnéticas existentes aqui na Terra. Assim sendo, eles seguiriam certas linhas de energia, utilizando-as para penetrar no nosso mundo. Freixedo compara tudo de maneira muito brilhante, tal como se vivêssemos em um condomínio, ou seja: os UFOs e seus tripulantes seriam interdimensionais - uma espécie de OUTROS moradores de um mesmo prédio. Exatamente o que ele afirma: - "Tudo aquilo que vemos e ouvimos não passam dos ruídos do andar de cima".
E mais: para total desespero dos seus superiores, o Padre Freixedo corajosamente afirma que os milagres passados da Igreja, realizados por seus Santos e Anjos - bem como algumas curas ditas milagrosas - e também algumas aparições ditas demoníacas - estariam intimamente relacionadas às atividades dos UFOs e dos seus tripulantes aqui no nosso mundo! Freixedo escreve tacitamente: aquilo que a sua própria Igreja e os nossos ancestrais chamavam de "demônios" nós atualmente chamamos de "tripulantes dos OVNI".
Já sobre o malfadado Triângulo das Bermudas, onde desde tempos imemoriais e até os dias de hoje (quando nem mesmo unidades militares são poupadas), continuam desaparecendo sem deixar vestígios os navios, os aviões e os seres humanos, o Padre Freixedo abraça a mesma opinião de alguns outros cientistas e pesquisadores de que ali existiria uma dessas "janelas de entrada" para a nossa dimensão, levando-se especialmente em consideração as estranhas peculiaridades dessa região - repleta de falhas sísmicas, distorções magnéticas e gravitacionais.
Mas há uma congruência nessa ousada tese: essa região é exatamente aquela em que as mais antigas tradições dizem estar situada a submersa Atlântida! Dessa forma, tudo começa a fazer sentido principalmente quando......
.... Registros gráficos de sonar indicam no fundo do mar a existência de uma PIRÂMIDE tão grande quanto a Pirâmide de Gizé, no Egito! Essa se situa em um local do oceano próximo às Ilhas Berry. E não é a única; várias outras têm sido detectadas! Em 1978 uma expedição grega localizou e até filmou uma outra, próximo ao "Banco Sal", e o espantoso filme tomado pelas câmeras baixadas pela expedição ao fundo do mar mostrava que essa colossal estrutura possuía uma entrada através da qual uma turbulência composta por estranha lampejos de objetos brancos muito luminosos penetrava, saindo também em turbilhão a um nível mais baixo. As águas ao redor, estranhamente, tornavam-se intensamente esverdeadas. E sobre a pirâmide todos os instrumentos de navegação da sua embarcação enlouqueceram!
E em Bimini existem os restos de colossais muralhas submersas, elaboradas através de rochas gigantescas - perfeitamente cortadas e simetricamente assentadas. O que, da mesma forma que a pirâmide, jamais poderia ter se tratado de uma simples formação natural!
E aqui, em uma rara ocasião em que as condições do oceano permitiram, podemos ver o chamado "Templo de Andros", situado na região do mesmo nome em pleno Triângulo das Bermudas. Nitidamente uma outra estrutura artificial submersa há milênios e, portanto, obra de seres inteligentes que em épocas passadas habitaram uma perdida civilização!
E essa região onde se encontram essas ruínas, conhecida como o Triângulo das Bermudas, se situa muito próxima da costa dos EUA e de Cuba, esta já no Caribe - onde possivelmente repousam os restos da parte mais ocidental do perdido continente Atlante.
E para corroborar ainda mais a hipótese da existência de antigas terras submersas, o mapa nos mostra uma extensa região no Triângulo da Morte - conhecida e temida desde a mais remota antigüidade e denominada Mar dos Sargaços.
Essa região tem este curioso nome em virtude de estar coberta por uma vegetação flutuante do mesmo nome, o que denotaria que lá em baixo, em tempos muito remotos, existira a vegetação que através dos tempos se adaptou às novas condições, chegando atualmente e mutante à superfície para obter a luz solar tão necessária à sua existência. À direita, alguns exemplares da curiosa vegetação flutuante dos Sargaços. Nessa região, aliás, costumam surgir as mais estranhas e muito bizarras aparições.
Certas coisas são mesmo inexplicáveis e naturalmente assustam no Triângulo das Bermudas. Essa, por exemplo, é a famosa "Língua do Oceano", um apavorante buraco de gigantescas proporções e além disso dotado de desconhecida profundidade que mergulha indefinidamente nas águas abissais do Atlântico. O quê existiria aí em baixo? O impacto de um antigo artefato nuclear; uma base de UFOs; alguns restos da Atlântida? Só Deus sabe! (FOTO: NASA)
Mas não é só isso: alguns relatos verdadeiramente apavorantes quanto aos estranhos fenômenos que se desenrolam na região do Triângulo das Bermudas, dizem respeito aos estranhos nevoeiros e certas tempestades eletromagnéticas que, como que vindos do nada, surpreendem os navegadores de maneira muito estranha cercando UNICAMENTE os seus barcos ou navios. E além disso há uma coisa muito mais estranha do que isso: o mar parece adquirir uma aparência "vítrea" e todas as formas de vida somem como que por encanto do local. Também o tempo parece parar, assim como também todos os instrumentos de navegação se tornam enlouquecidos! Sem dúvida alguma, forças descomunais e além de tudo além da nossa atual compreensão agem naquela área.
Essa fotografia aérea nos mostra uma dessas desconhecidas e além de tudo misteriosas forças que agem naquela área. Esse curioso e muito inusitado fenômeno é conhecido como "Águas Brancas" - ou seja, uma estranha luminescência proveniente de algum lugar do fundo do oceano que surge repentinamente ocupando uma grande extensão marítima da superfície. As análises efetuadas nas águas após a manifestação do fenômeno revelam alto teor radioativo. (FOTO: J. Manson Valentine)
Porém, muito pior do que isso são as aparições de uma outra época e de um outro tempo que costumam assediar os navegantes do Triângulo. Navios e aviões "fantasmas" costumam surgir repentinamente, até mesmo em rotas de colisão com as embarcações, para logo depois se desvanecerem no ar diante dos seus apavorados tripulantes! Essas fantasmagóricas visões denotam que ali existiria uma distorção de tempo qualquer, ainda não explicada pela Ciência, que parece trazer à vida, como se fosse num sinistro filme, certas cenas que se desenrolaram em épocas passadas e muito recuadas. Até mesmo velhas caravelas dos tempos das grandes navegações, possivelmente as antigas vítimas dos desaparecimentos inexplicáveis no Triângulo, fazem parte desse cenário inusitado. Os diários de bordo registram os quase sempre freqüentes encontros com tais fantasmas do mar! E para espanto geral depois se verifica pelos registros náuticos que eles são considerados desaparecidos desde muito tempo, por vezes séculos!
Atlântida
Ilha de Posseidon - ilha atlante que submergiu há 10.000 anos A.C.
A Atlântida
Textos extraídos do livro "Akhenaton"
"A Atlântida não era apenas uma ilha, mas sim um território de dimensões continentais como nos relatou o filósofo Platão nos diálogos de Timeu e Crítias. Ela cobria quase a totalidade do Oceano Atlântico, estendendo-se desde a costa da atual Flórida até as ilhas Canárias, Açores e Madeira.
Sua cultura era muito avançada, sendo que em muitos pontos ultrapassava os povos atuais com facilidade. As nações são apenas berços para a reencarnação de grupos espirituais. Na Atlântida reencarnavam, há séculos, somente espíritos com graduação semelhante ao estágio que a humanidade atual irá atingir a partir do segundo século do terceiro milênio.
O grande fator de diferenciação do povo atlante em relação à humanidade atual era a sua visão liberta de paradigmas. Os atlantes enxergavam o plano invisível e não eram escravos do materialismo como os povos atuais, motivo pelo qual os habitantes da ilha de Posseidon desenvolveram de forma admirável as faculdades paranormais, o que permitia-lhes uma ligação direta com outras realidades dimensionais como, por exemplo, com a do mundo dos espíritos — a Pátria Maior.
Essa visão abrangente permitiu ao povo atlante desenvolver uma tecnologia energética que ficou conhecida pelo nome de "vril". Essa energia era desencadeada através dos elementos invisíveis da natureza e permitia um grande avanço nos meios de produção, proporcionando ao povo conforto e um elevado padrão de vida.
O "vril" era uma energia dinâmica capaz de se apresentar sob vários aspectos. Uma de suas formas mais comuns de manifestação era através da "inversão do eixo gravitacional" de elementos materiais. A partir de uma indução energética era possível erguer pesados blocos de rocha como se fossem monólitos de algodão, tecnologia que permitia a construção de grandes edifícios sem a utilização de máquinas pesadas. Era necessário apenas conduzir as pedras colossais aos locais apropriados depois de serem lapidadas através de avançada tecnologia.
Os primeiros egípcios, que ainda dominavam parcialmente o "vril", construíram as pirâmides de Gizé utilizando-se dessa tecnologia. Somente o "vril" poderia erguer monólitos com duas toneladas de peso sem a utilização de roldanas e guindastes.
Outros povos descendentes dos atlantes, como os habitantes da ilha de Páscoa e os Sumérios, também utilizaram-se dessa energia para erguer suas fantásticas construções e seus monumentos.
O povo egípcio, os maias, os astecas e outros povos da Antigüidade receberam a influência direta dos atlantes após a submersão da "Grande Ilha".
Diversas embarcações abandonaram a Atlântida antes do Grande Juízo Final, levando a bordo habitantes que foram viver em outras terras e caldearam sua cultura à dos povos primitivos do resto do globo. Esse fato proporcionou um grande impulso para o desenvolvimento tecnológico, que até hoje impressiona os historiadores.
Os egípcios são um grande exemplo! Até a quinta dinastia eles possuíam um avanço considerável. Ao contrário da ordem natural da evolução dos povos, eles nasceram "grandes" para depois entrarem em franca decadência. Inclusive os primeiros egípcios eram monoteístas e com o passar dos séculos declinaram à crença em vários deuses. Notamos aí o perfil dos capelinos (denominação atribuída aos espíritos exilados para a Terra, oriundos do Sistema de Capela, na Constelação do Cocheiro. Fato ocorrido após a submersão da Atlântida no período que corresponde ao início do atual ciclo evolutivo e que se encerará com o advento da Nova Era, já nas primeiras décadas do terceiro milênio), que promoveram a crença pagã entre os gregos, os egípcios e, posteriormente, os romanos.
Outro exemplo da presença atlante no resto do mundo é a construção de pirâmides por quase todos os povos antigos do planeta. No Egito tivemos as mais impressionantes demonstrações dessa cultura. A Atlântida era um continente repleto desses "catalisadores energéticos" que eram construídos com as mais belas pedras, desde o granito até o basalto negro. Na capital, Posseidon, existia a "Grande Pirâmide" que possuía um tamanho quatro vezes maior que a pirâmide de Keops, no Egito, e era composta de blocos de cristal branco, que posteriormente foram fusionados, tornando-se uma única peça. Essa grande pirâmide, hoje submersa nas profundezas do oceano, está localizada exatamente na região conhecida como "Triângulo das Bermudas", gerando uma espécie de energia magneto-espiritual que desencadeia os fenômenos já conhecidos e a rotineira alteração da leitura dos instrumentos de navegação.
Os atlantes dominavam também a tecnologia da informação de cristais de quartzo manipulados pela energia "vril". O avanço na área da informática foi tal que eles construíram centrais de informações semelhantes aos registros akhásicos do plano espiritual, onde está armazenado em som e imagem todo o pulsar da vida no Cosmo.
O povo atlante possuía os registros de todos os acontecimentos de sua civilização e utilizavam-se dessas informações para evitar o trabalho inútil, pois consideravam imperdoável desperdício de energia "criar o já criado". Portanto, dispunham de um sistema integrado de informações que gerava benefícios a todas as cidades do continente.
Outro ponto que fascinava os cientistas atlantes era a total automação dos processos produtivos, mas não com a finalidade de promovera exclusão social, gerando desemprego, como nos tempos atuais. A meta a atingir era a libertação das atividades rotineiras para que o homem pudesse se dedicar ao processo de criação e ao progresso espiritual.
A energia "vril" permitia também a criação de veículos não poluentes. Através da inversão do eixo gravitacional, os automóveis locomoviam-se sem rodas, flutuando a dez centímetros do chão. A movimentação em todas as direções e a diferença de velocidade eram comandadas por mudanças na inclinação desse eixo.
Talvez aos olhos das pessoas de mente estreita essas informações não passem de mera ficção, mas não podemos omitir a verdade ante a Nova Era que está por vir. Os encarnados na face do planeta precisam esclarecer-se, a fim de adaptarem-se às transformações que o futuro exigirá.
Na Atlântida as questões espirituais estavam intimamente associadas à ciência e às demais áreas do conhecimento humano. Era impossível falar de qualquer assunto sem envolver a causa primária da vida, que é a realidade espiritual."